A WEG, gigante brasileira de equipamentos elétricos sediada em Jaraguá do Sul (SC), mantém sua reputação como a “fábrica de super-ricos” do país, segundo a mais recente lista da Forbes publicada nesta semana. O levantamento aponta que há atualmente 36 bilionários ligados à empresa, sete a mais do que em 2024, refletindo um aumento expressivo na fortuna dos herdeiros.
Fortuna dos herdeiros cresce e reforça perfil familiar da WEG
De acordo com a publicação, a soma das fortunas dos herdeiros da WEG saltou de R$ 95,6 bilhões para R$ 135,7 bilhões em um ano, representando um crescimento de aproximadamente R$ 40 bilhões. Entre os principais integrantes dessa riqueza, destacam-se nomes como Lívia Voigt, Anne Werninghaus e Eduardo Voigt Schwartz, que figuram entre os mais jovens e mais ricos do Brasil.
Jovens bilionários e impacto familiar
Sete herdeiros da multinacional estão entre os dez bilionários mais jovens do país, com idades entre 20 e 27 anos. Lívia Voigt (21 anos) e Amelie Voigt Trejes (20 anos) lideram essa lista, cada uma com uma fortuna de cerca de R$ 6,6 bilhões. Outros jovens como Felipe e Pedro Voigt Trejes, ambos com 23 anos, também aparecem com fortunas expressivas.
WEG e geração de riqueza familiar
A WEG atua em diversos segmentos, produzindo motores elétricos, geradores, turbinas, painéis, além de equipamentos de segurança, tintas e carregadores, com um portfólio que ultrapassa 1,5 mil linhas de produtos. Segundo o site oficial da companhia, ela conta com mais de 45 mil colaboradores pelo mundo.
O perfil acionário da WEG mantém-se predominantemente familiar, o que favorece a sucessão e o acúmulo de patrimônio pelos herdeiros. A empresa também marcou sua história em 2024 ao anunciar a primeira mulher na diretoria, indicando uma mudança na diversidade de liderança.
Relação entre a WEG e a riqueza de Santa Catarina
O impacto da WEG na economia catarinense é evidente na consolidação de uma elite bilionária local. Além das figuras familiares mais tradicionais, nomes como Sérgio Luiz Silva Schwartz (64 anos), com R$ 4,8 bilhões, integram o ranking nacional dos mais ricos.
Segundo especialistas, a combinação de inovação, expansão global e perfil acionário familiar é fator-chave para a manutenção e ampliação dessa riqueza. A influência desses herdeiros na economia regional reflete também na geração de empregos e desenvolvimento local.
Perspectivas futuras e impacto nacional
O crescimento contínuo dos bilionários associados à WEG reforça o papel de Santa Catarina como um centro de ampliação de riqueza na América do Sul. O levantamento da Forbes destaca também o potencial de novos jovens herdeiros conquistarem posições de destaque e ampliar a influência da família no cenário nacional.
Para o futuro, a expectativa é de que a trajetória de sucesso da WEG e de seus herdeiros continue impulsionando o desenvolvimento econômico do estado e fortalecendo a sua imagem como uma das maiores fábricas de riqueza do Brasil.