Brasil, 30 de agosto de 2025
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Brasil lidera transformação na produção de petróleo na América do Sul

Segundo a IEA, grande boom produtivo no Brasil, Guiana e Argentina impulsionará crescimento do setor na região

De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA), o Brasil deverá liderar um grande boom produtivo de petróleo na América do Sul nos próximos anos. O aumento será impulsionado por projetos em áreas estratégicas como o pré-sal brasileiro, o bloco Stabroek na Guiana e a Bacia de Neuquén na Argentina.

Impactos do aumento na produção de petróleo na América do Sul

A estimativa da IEA aponta que esses grandes projetos possuem potencial para transformar o panorama do setor petrolífero na região, aumentando a cadeia produtiva e a competitividade internacional. Essa expectativa é resultado de investimentos em exploração e tecnologia avançada nas áreas de maior potencial.

Segundo a agência, o crescimento se concentra principalmente na exploração de grandes reservatórios em águas profundas e na revitalização de campos maduros. “Esse boom será impulsionado pelo foco em projetos de alto risco e alto retorno, como os na área do pré-sal no Brasil”, afirmou a analista da IEA, Laura Fernandez.

Principais áreas de expansão na região

Brasil e seu pré-sal

O Brasil mantém a liderança na região, com uma produção crescente do petróleo de alta qualidade extraído do pré-sal. A expectativa é que a produção nacional avance significativamente até o final da década, favorecida por novos desenvolvimentos nas bacias de Santos e Campos.

Guiana e a Bacia de Neuquén

Na Guiana, o bloco Stabroek tem sido foco de investimentos estrangeiros, consolidando o país como um grande produtor regional. Já na Argentina, na Bacia de Neuquén, o aumento da produção ocorre graças à exploração de campos convencionais e não convencionais, como o shale oil.

Perspectivas futuras para o setor petrolífero na América do Sul

Especialistas avaliam que a ampliação da capacidade produtiva pode consolidar a região como um polo energético estratégico, aumentando sua influência no mercado mundial de petróleo. Além disso, o crescimento deve gerar impactos econômicos positivos, especialmente na geração de empregos e receitas fiscais.

A iniciativa também reforça a importância de investimentos tecnológicos e sustentáveis para aproveitar esses recursos de maneira eficiente e responsável, atendendo às demandas de transição energética globais.

Para mais detalhes, confira a reportagem completa no G1.

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