Brasil, 29 de agosto de 2025
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Lula afirma que Brasil não tem pressa para adotar reciprocidade contra EUA

Presidente Lula afirma que o Brasil busca diálogo e não deseja implementar medidas de reciprocidade imediato diante da tarifa americana de 50%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou nesta sexta-feira que o Brasil não está com pressa para adotar medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos, após a imposição, por Washington, de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros exportados ao mercado norte-americano. Lula afirmou que o país prefere negociar para resolver o impasse, destacando que o governo americano não demonstra disposição para discutir a questão.

Diálogo em vez de medidas imediatas

Em entrevista à Rádio Itatiaia, Lula reforçou a intenção do Brasil de buscar uma solução negociada. “Nós queremos conversar, não queremos escalar a situação com medidas de retaliação. O que queremos é uma solução que seja benéfica para os dois países”, afirmou o presidente. Ele acrescentou que a decisão de adotar medidas de reciprocidade depende de uma análise da situação e do diálogo com os EUA.

A mobilização do Ministério das Relações Exteriores

Na quinta-feira, o Ministério das Relações Exteriores acionou a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para avaliar a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos. A medida, caso seja adotada, poderá resultar na cobrança de tarifas semelhantes às impostas pelos norte-americanos sobre produtos brasileiros.

Posição oficial do governo

Segundo fontes do governo, a decisão de iniciar ações formais ainda não foi tomada, mas o contato com o setor diplomático visa manter a postura de cautela e negociação. “Queremos resolver a questão de forma diplomática, sem recorrer imediatamente a retaliações que possam prejudicar o comércio entre os dois países”, afirmou um representante do governo federal.

Reações do setor exportador

O setor exportador brasileiro acompanha com atenção a discussão sobre possíveis retaliações. Especialistas alertam que a imposição de tarifas pode afetar a competitividade de produtos brasileiros no mercado norte-americano. No entanto, também destacam que a prioridade do governo é evitar um conflito comercial mais amplo.

A reportagem está em atualização e novos desdobramentos devem ocorrer nos próximos dias, com possíveis negociações entre os governos e análise de medidas econômicas por parte do Brasil.

Para mais detalhes, acesse a fonte original.

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