Na última sessão de agosto, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, alcançou seu maior patamar histórico, fechando a 141.4 mil pontos, com alta de 0,26% e superando o recorde anterior de 4 de julho, de 141.263,56 pontos. Assim, o índice encerrou o mês com uma valorização de 6,28%, a maior do ano para o período, desde agosto de 2024, quando o indicador subiu 6,54%.
Comportamento do Ibovespa em 2025
Ao longo de 2025, o Ibovespa acumula uma valorização de 17,57%. Apenas dois meses tiveram desempenho negativo – fevereiro (-2,64%) e julho (-4,17%) –, enquanto os demais apresentaram ganhos. O desempenho fortalecerá a percepção de recuperação do mercado acionário brasileiro após um início de ano mais volátil, impulsionado por fatores internos e externos.
Sentimento do mercado e resultados recentes
Na semana, o índice registrou alta de 2,50%, marcando a quarta semana consecutiva de ganhos – uma sequência que não ocorria desde abril de 2025. Além disso, agosto se consolidou como o melhor mês do ano em termos de valorização, reforçando uma tendência positiva para o restante do ciclo de investimentos.
Mercado de câmbio e projeções para o dólar
Apesar do desempenho forte da bolsa, o dólar apresentou alta de 0,29% nesta sexta-feira, cotado a R$ 5,42, após duas sessões de queda. Wall Street projeta que a moeda de reserva global continuará sua trajetória de queda de aproximadamente 8% em 2025, influenciada por sinais de desaceleração econômica e expectativas de que o Federal Reserve reduza os juros futuros.
Influência dos juros futuros
Os contratos de juros futuros (DIs) terminaram em alta nesta sexta-feira, após troca de sinais durante a sessão, refletindo a cautela do mercado diante do cenário externo e interno.
Segundo analistas, o desempenho positivo do mercado brasileiro deve-se a uma combinação de fatores, incluindo estabilidade política, bom desempenho corporativo e avanços na agenda econômica do governo. O otimismo também é fortalecido pelas expectativas de manutenção de uma política monetária mais acomodatícia nos Estados Unidos.
Para mais detalhes, consulte a matéria completa disponibilizada pelo IG Economia.