Brasil, 29 de agosto de 2025
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Atirador de escola em Minneapolis expressou arrependimento sobre transição de gênero

Antes do ataque, criminoso que matou duas crianças em Minneapolis revelou em vídeos sua insatisfação com sua identidade de gênero.

O atirador que matou duas crianças e feriu outras 17 pessoas na escola católica Annunciation, em Minneapolis, em 27 de agosto, mostrou arrependimento de sua transição de gênero em notas manuscritas exibidas em um vídeo no YouTube, divulgado antes do ataque, segundo reportagem da New York Post.

Notas revelam frustração com a identidade trans

Robin Westman, que foi registrado como “Robert” ao nascer e mudou seu nome aos 17 anos para refletir sua identidade de gênero como mulher trans, escreveu que se arrepende de sua condição e expressou dificuldades em alcançar seu ideal de corpo, afirmando que o technology atual e o custo impedem sua realização.

Em uma tradução parcial divulgada pelo jornal, Westman escreveu: “Eu me arrependo de ser trans” e completou: “Quero ser uma garota. Só sei que não posso fazer isso com a tecnologia que temos hoje. Também não posso pagar por isso.”

Nas notas, ele também afirmou desejar “nunca ter me lavado cerebral”, mantendo seu cabelo comprido “porque é minha última pista de ser trans”. Ele indicou que cortaria os cabelos no dia do ataque, considerando a possibilidade de isso ser uma derrota “embaraçosa”.

Especialista critica a falta de apoio psicológico adequado

Jason Evert, fundador do Chastity Project e autor do livro “Homem, mulher, ou outro? Um guia católico para entender o gênero”, afirmou à EWTN News que Westman “não estava recebendo o cuidado de saúde mental adequado”.

Evert destacou que muitos jovens com disforia de gênero também enfrentam outros problemas, como depressão maior, transtorno de personalidade limítrofe, bullying e isolamento social. Segundo ele, o procedimento atual nos Estados Unidos, baseado no “protocolo holandês”, inclui a administração de bloqueadores de puberdade, hormônios cross-sexuais e cirurgias de transição, o que muitas vezes não resolve as dificuldades emocionais.

“Estudos recentes mostram que a maioria das crianças supera as inclinações trans e que as cirurgias não resolvem os problemas de saúde mental”, ressaltou. “Estamos contribuindo para uma doença mental, ao invés de tratá-la,” concluiu.

Motivação do atirador e possíveis motivações ideológicas

A polícia ainda não conseguiu determinar com precisão a motivação do criminoso, mas o FBI investiga o episódio como um “ato de terrorismo doméstico e crime de ódio contra católicos”, conforme anúncio do diretor Kash Patel (ver tweet).

Antes do ataque, Westman gravou vídeos carregados de mensagens anti-católicas, incluindo uma imagem de Jesus Cristo com a coroa de espinhos sobre um alvo de tiro, além de comentários que zombavam de Jesus e carregamentos carregados de simbolismo satânico, como pentagramas invertidos. Algumas mensagens também demonstraram ódio dirigido a judeus, negros, hispânicos, indianos, árabes e até ameaças ao ex-presidente Donald Trump.

Nos vídeos, Westman expressou também pensamentos depressivos e ideais de massa-morte, além de pedir desculpas à família por qualquer transtorno causado, embora tenha manifestado que não sentia remorso em relação às vítimas infantis. Sua história revela uma forte ligação com a fé católica, tendo sido batizado e criado na religião, além de ter frequentado a igreja e a escola atacadas, onde sua mãe trabalhou como secretária até se aposentar.

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