Nos primeiros meses do segundo mandato, o ex-presidente Donald Trump lançou uma série de reformas na Casa Branca que chamaram atenção pela ostentação. Orbitar entre símbolos de luxo e melhorias estruturais, o projeto de mais de US$ 200 milhões reforça o estilo extravagante de Trump, inspirado na opulência de Versailles e Mar-a-Lago.
Reformas impactantes na Casa Branca de Trump
As modificações incluem a construção de um novo salão de eventos, melhorias na Rose Garden e a instalação de dois elevados mastros de bandeiras. Segundo fontes oficiais, o corpo de arquitetos contratado, liderado pelo escritório McCrery Architects, prevê uma transformação que combina luxo com elementos históricos, mas de forma bastante personalista.
O grande salão de US$ 200 milhões
O projeto do salão de 90.000 pés quadrados, anunciado pelo próprio Trump, busca proporcionar espaço suficiente para grandes eventos sem a necessidade de estruturas externas temporárias. Com uma decoração ao estilo Louis XIV, que remete ao seu gosto por ouro e ostentação, a área terá lustres de ouro, detalhes dourados por toda parte e uma estética que lembra o luxo de Mar-a-Lago. Trump declarou que o novo espaço será seu “presente para o país” e uma “obra de legado”.
Flagpoles de 88 pés e a personalização da Casa Branca
No dia 18 de junho, Trump assistiu à instalação de duas bandeiras de 88 pés de altura, consideradas as maiores do país, e afirmou que os mastros foram feitos de areia, escolhida por sua durabilidade. Cada bandeira foi hasteada ao lado da Casa Branca, num momento que Trump classificou como “histórico”. Os mastros oferecem uma nova estética imponente, de olho na exibição de patriotismo radical.
O impacto das mudanças visuais
Com varandas douradas, retratos de figuras históricas emoldurados em ouro—como Washington e Reagan—e detalhes luxuosos em cada canto, a reforma reforça a imagem de Trump como um presidente afeito ao ostentamento. Além disso, uma réplica do troféu da Copa do Mundo, emoldurada em ouro, e uma mostra de fotos pessoais e caricatas, como seu famoso retrato de ficha policial, decoram o interior do Escritório Oval.
O novo “vestido” para a Casa Branca
Trump também anunciou planos de substituir o banheiro Lincoln por um espaço que remeta ao estilo Victorian Rococó da Era Lincoln, com molduras douradas e decoração de época. Outros detalhes incluem a reinstalação de uma chamada “botão de Coca-Cola”, que supostamente ativa um serviço de garçom com refrigerantes na sala oval, uma memorabilia de sua gestão anterior.
Enquanto alguns críticos veem as reformas como uma demonstração de ego, aliados destacam a dedicação de Trump em preservar e ao mesmo tempo embelezar a residência presidencial. Segundo assessores, o projeto também inclui melhorias na segurança, modernização de instalações e reforço na importância simbólica do local.
Reações e controvérsias
Especialistas em arquitetura e história apontam que as mudanças seguem uma linha de ostentação típica de Trump, com elementos de luxo que evocam sua personalidade e estratégia de marketing pessoal. Muitos questionam se tais gastos e excessos refletem uma devoção à tradição ou uma exibição de riqueza.
O governo de Trump revelou que todo o projeto foi financiado por doações patrióticas, com um enfoque na criação de um legado duradouro para futuras administrações. A reforma, agora em fase final, promete transformar a Casa Branca em uma espécie de palácio contemporâneo — um símbolo mais marcante da personalidade do ex-presidente do que de seu estilo governamental.
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