Brasil, 29 de agosto de 2025
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Trump é criticado por postagem que questiona discussões sobre escravidão em museus

Mais de 10 milhões de pessoas reagiram às declarações de Trump, que chamou as discussões sobre a escravidão de “woke” e “fora de controle”

Recentemente, o ex-presidente Donald Trump usou a rede social Truth Social para criticar museus americanos que abordam a história da escravidão. Ele afirmou que solicitará mudanças nas exposições para refletir “sucesso” e “brilhantismo”, gerando grande repercussão e forte reação pública.

Declarações de Trump sobre museus e a escravidão

Na sua postagem, Trump acusou os museus de se tornarem “woke” ao discutir “quão ruim foi a escravidão”, e afirmou que instruiu seus advogados a revisar as exibições para torná-las mais positivas. “Estou mandando meus advogados revisar os museus para que mostrem o sucesso e a luz, não a escuridão”, escreveu o ex-presidente.

Reação pública e críticas ao ex-presidente

O post viralizou, alcançando mais de 10,2 milhões de visualizações e gerando milhares de comentários de críticos. Uma pessoa classificou Trump como “louco”, defendendo que a história da escravidão deve ser ensinada “de novo e de novo”.

Outro comentário chamou a postagem de “retórica pró-escravidão”, enquanto um usuário afirmou que Trump estaria “frágil” por se sentir atacado ao discutir a escravidão.

Reações de figuras públicas

O deputado Jim McGovern sugeriu que Trump “passesse mais tempo em um museu” para entender melhor a história. Já o governador da Califórnia, Gavin Newsom, acusou o ex-presidente de tentar “apagar” a história da escravidão.

Outra pessoa questionou: “Por que os que querem apagar a história da escravidão insistem em preservar a bandeira confederada e os generais?”

Impacto e debates sobre o legado da escravidão

O episódio reacende o debate sobre como a história da escravidão deve ser apresentada e discutida nos Estados Unidos. Especialistas afirmam que minimizar o passado escravagista dificulta o entendimento de questões raciais atuais e a reconciliação histórica.

Trump, conhecido por seu posicionamento polarizador, continua a gerar controvérsia ao desafiar normas e narrativas estabelecidas, o que provoca reações diversas na sociedade americana.

Perspectivas futuras e o papel da memória histórica

Analistas apontam que a discussão sobre como tratar o tema da escravidão nos museus é essencial para o reconhecimento dos lados mais dolorosos da história dos EUA. A controvérsia atual reforça a polarização sobre o passado e o presente racial no país.

Como as instituições culturais vão reagir às críticas de Trump e quais mudanças poderão ocorrer na narrativa histórica permanecem questões em aberto, enquanto o debate sobre a memória da escravidão continua em pauta.

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