Brasil, 29 de agosto de 2025
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RFK Jr.’s Car Always Had a Very Distinctive… Odor, Say Former Associates

Radziwill claims Kennedy's obsession with roadkill created a lasting smell, raising questions about his environmental dedication.

De acordo com Carole Radziwill, ex-jornalista da ABC e conhecida por ter convivido com Robert F. Kennedy Jr., seu carro sempre possuiu um cheiro estranho e penetrante. A Hillary de “The Real Housewives of New York City” revelou em podcast que o político tinha uma obsessão por pegar animais mortos na estrada, deixando-os em seu veículo, o que explicaria o odor persistente.

O odor peculiar e o hobby macabro de Kennedy

Radziwill contou que Kennedy frequentemente recolhia animais atropelados, como guaxinins e, especialmente, preocupações com carcaças de animais selvagens, além de às vezes esquecer os próprios animais mortos no interior do carro. “Sempre tinha aquele cheiro de morte, como uma cena de um filme de terror”, afirmou ela, destacando que, por causa disso, o veículo cheirava horrivelmente.

Segundo a ex-colega, Kennedy tinha uma relação quase obsessiva com animais mortos, incluindo carcaças de espécies difíceis de encontrar, o que contrasta com sua antiga imagem de defensor feroz do meio ambiente. Radziwill declarou: “Não consigo entender quem era aquela pessoa, pelo que ele parecia ser, e quem ele se tornou.”

Críticas à mudança de postura e impacto na imagem familiar

Radziwill também expressou preocupação com a mudança de Kennedy, que passou de ambientalista apaixonado a uma figura associada a teorias conspiratórias e desinformação sobre vacinas. Ela afirmou que o estilo de vida dele parece estar mais motivado por interesses financeiros do que pela causa ambiental.

“A minha sensação é de que tudo sempre foi uma questão de dinheiro para ele. Escrever livros sobre farmacêuticas e vacinas como uma estratégia de negócio”, disse. A ex-família também demonstrou receio de que as ações de Kennedy possam manchar o legado da família Kennedy, que sempre foi associada a causas sociais e ambientais.

Controvérsias, teorias e impacto na saúde pública

Radziwill criticou duramente Kennedy por promover dúvidas sobre vacinas, associando sua postura ao recrudescimento de surtos de doenças como o sarampo, considerado erradicado em 2000. Ela destacou que sua mudança de foco de questões ambientais para o movimento anti-vacina tem gerado sérias consequências para a saúde pública.

“Se milhões de crianças morrem por causa dessas ações, será um legado triste para a história da família”, afirmou, referindo-se às mortes por doenças preveníveis. Ela também ressaltou que Kennedy perdeu o contato com ela após a morte de sua própria esposa, Mary Richardson, em 2012, principalmente após o político assumir um papel de destaque na resistência à vacinação.

Suposto motivo por trás da imagem controversa

Radziwill, que conviveu bastante com Kennedy na época em que seu casamento ainda era ativo, acredita que o motivo pelo qual o ex-parceiro de sua amiga foi escolhido por Donald Trump para integrar o governo foi justamente por sua natureza de “grifador”, uma pessoa que se aproveita de situações para obter benefício próprio.

Ela finalizou afirmando que Kennedy, de alguma forma, representa uma figura de grift — movimento que ela vê como uma motivação financeira por trás de sua atuação pública recente. “Grifters veem outros grifters; por isso, a escolha dele para o cargo faz sentido”, concluiu.

Apesar das críticas, Kennedy continua sendo uma figura de destaque nos debates sobre saúde pública, meio ambiente e política, enquanto sua história controversa permanece sob forte escrutínio público.

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