Brasil, 31 de agosto de 2025
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líderes europeus reforçam que solução para a paz na Ucrânia depende de Kyiv

Europa afirma que negociações de paz entre Trump e Putin só podem avançar com a participação direta da Ucrânia

Leaders europeus declararam neste sábado que a paz na Ucrânia não pode ser decidida sem o envolvimento de Kyiv, reforçando a posição contra o encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin, marcado para Alaska na próxima semana. A declaração foi assinada por França, Itália, Reino Unido, Alemanha, Polônia e Finlândia.

Rejeição à reunião entre Trump e Putin sem a presença de Kyiv

O comunicado afirma que o caminho para a resolução do conflito passa pela preservação das fronteiras internacionais e que a linha de contato atual deve ser o ponto de partida para negociações. “O caminho para a paz na Ucrânia não pode ser decidido sem a participação de Kyiv”, diz a nota.

A reunião entre Trump e Putin será a primeira desde 2021 e ocorre após o anúncio do presidente dos EUA sobre a realização do encontro, que gerou críticas de aliados, especialmente pela ausência de representantes ucranianos e pela posição de Trump de que Kyiv precisaria ceder território para alcançar um acordo.

Reações do governo ucraniano

Zelensky se manifesta contra ceder terras à Rússia

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou a proposta de trocar territórios em um vídeo divulgado neste sábado. “Kyiv não vai regalar sua terra ao ocupante”, afirmou Zelensky, alertando que quaisquer negociações sem sua participação “não trarão resultados”.

O posicionamento dos líderes europeus reforça a postura de Kyiv e evidencia a dificuldade de se chegar a um acordo de paz sem o envolvimento direto do governo ucraniano, que insiste na integridade territorial do país.

Impasse nas negociações internacionais

Especialistas apontam que a oposição de Kyiv às concessões territoriais pode dificultar um entendimento entre as potências, sobretudo diante do aumento da tensão diplomática. A postura dos europeus sinaliza que o continente continuará apoiando a Ucrânia na defesa de suas fronteiras.

Segundo analistas, o apoio europeu também busca evitar que o conflito seja resolvido às custas da soberania ucraniana, reforçando a importância de Kyiv nas negociações futuras.

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