Brasil, 31 de agosto de 2025
BroadCast DO POVO. Serviço de notícias para veículos de comunicação com disponibilzação de conteúdo.
Publicidade
Publicidade

Prejuízos globais por desastres naturais atingem R$ 742,5 bilhões em 2025

Desastres naturais causaram prejuízos de R$ 742,5 bilhões no primeiro semestre de 2025, segundo relatório da Swiss Re.

Os prejuízos globais causados por desastres naturais atingiram R$ 742,5 bilhões no primeiro semestre de 2025, um aumento em relação ao mesmo período de 2024, conforme dados da Swiss Re. Nos Estados Unidos, tempestades severas e incêndios florestais, especialmente em Los Angeles, foram responsáveis por perdas seguradas que somaram R$ 440 bilhões, comparado a R$ 341 bilhões no ano anterior.

Impactos dos desastres naturais em diferentes regiões

A maioria dos prejuízos acumulados neste semestre veio dos Estados Unidos, onde eventos extremos contribuíram significativamente para o aumento dos danos. Segundo a Swiss Re, esse crescimento reflete a intensificação da frequência e intensidade de desastres climáticos no mundo, especialmente tempestades, furacões e incêndios. “As mudanças climáticas estão elevando o risco de eventos extremos, o que se traduz em maiores prejuízos financeiros”, avalia João Pereira, especialista em risco climático.

Equipamentos e seguros: aumento de perdas seguradas

Os dados indicam que as perdas seguradas aumentaram na mesma proporção, evidenciando a alta na procura por seguros contra eventos climáticos extremos. Segundo a Swiss Re, perdas seguradas relacionadas às tempestades nos EUA totalizaram cerca de R$ 254 bilhões, refletindo maior conscientização e proteção financeira contra esses riscos. Especialistas apontam que esse cenário reforça a necessidade de estratégias de adaptação e resiliência para minimizar os impactos futuros.

Perspectivas futuras e desafios

Analistas ressaltam que, apesar do crescimento dos prejuízos, há um esforço global para ampliar investimentos em infraestrutura resistente e seguros mais acessíveis. Segundo o relatório da Swiss Re, o aumento na frequência de eventos extremos deve continuar nos próximos anos, exigindo ações coordenadas entre governos, setor privado e sociedade civil.

O estudo completo pode ser acessado na reportagem do GLOBO.

PUBLICIDADE

Institucional

Anunciantes