Brasil, 30 de agosto de 2025
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Donald Trump ataca Gayle King após reportagens sobre seu futuro na CBS

Ex-presidente Donald Trump criticou Gayle King, co-apresentadora da CBS, em postagem ameaçadora, enquantoNews aponta instabilidade na emissora

Na última segunda-feira, Donald Trump usou sua plataforma Truth Social para atacar Gayle King, co-apresentadora do programa CBS Mornings, afirmando que “Gayle King’s career is over.” A declaração veio após uma reportagem que sugere que o futuro da jornalista na CBS está “murado” devido à queda de audiência e às preocupações internas com a cobertura considerada “woke”.

Trump condena Gayle King e questiona seu apoio

Na postagem, Trump escreveu: “Gayle King’s career is over. She should have stayed with her belief in TRUMP,” (A carreira de Gayle King acabou. Ela deveria ter mantido sua crença em TRUMP). Ele acrescentou que King “nunca teve coragem” e que possui “sem talento, sem audiência, sem força.”

A mensagem também incluía um link a uma matéria do New York Post que aponta a instabilidade na posição de King na emissora, destacando a diminuição de ratings do programa e a preocupação de insiders com a cobertura considerada progressista demais. Até o momento, CBS não comentou oficialmente o status de King na emissora, e a própria jornalista não respondeu às críticas do ex-presidente.

Contexto político e ações recentes da CBS

O ataque de Trump ocorre semanas após a CBS anunciar o cancelamento do programa The Late Show, de Stephen Colbert, considerado um crítico feroz do ex-presidente. O último episódio da atração será transmitido em maio de 2026. A decisão, atribuída a questões financeiras, coincidiu com a recente aprovação pelo governo de Trump de uma fusão controversa entre Paramount e Skydance Media, após um acordo judicial de US$ 16 milhões envolvendo a emissora.

Impacto na programação de late-night

Trump comemorou a decisão de cancelar o programa de Colbert, prevendo que também serão encerrados outros talk shows noturnos, como Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon. “Acredito que, em breve, esses programas também serão eliminados,” afirmou o ex-presidente em uma postagem subsequente.

Implicações e repercussões

As declarações de Trump reforçam uma estratégia de confrontação com a mídia tradicional, especialmente com veículos e figuras que mantêm uma postura crítica ao seu governo e à sua comunicação. A relação entre Trump e a CBS, especialmente após o pagamento de US$ 16 milhões no acordo judicial, ressalta a instabilidade recente na relação entre ex-presidente e grande parte da imprensa americana.

Analistas avaliam que esses ataques podem intensificar a polarização e reflexo na cobertura jornalística, influenciando também o clima eleitoral nos próximos anos.

Especialistas indicam que, apesar da crise interna, a emissora busca reestruturar sua programação para recuperar audiência e manter sua relevância em um cenário de mudanças rápidas na mídia.

Para mais detalhes, acesse a matéria original no HuffPost.

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