No dia de sua posse em 20 de janeiro, Donald Trump afirmou, respondendo à repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, que “o Brasil e os outros países da região precisam mais dos americanos do que os Estados Unidos precisam deles”. Desde então, a postura do governo americano em relação ao Brasil tem sido marcada por uma certa soberba, influenciando a forma como as relações bilaterais se desenvolvem.
O impacto econômico das relações Brasil-EUA
Contrariando a postura de Trump, números recentes demonstram que os interesses econômicos entre os dois países continuam sólidos. Nos últimos dez anos, multinacionais americanas repatriaram US$ 54 bilhões em lucros derivados de operações no Brasil, um indicador da relevância do mercado brasileiro para empresas dos Estados Unidos.
A presença de gigantes como General Motors e Coca-Cola também reforça essa ligação. A GM celebrou 100 anos no Brasil, país que mantém uma de suas maiores operações fora dos Estados Unidos, enquanto a Coca-Cola chegou aqui em 1942 e atualmente possui a quarta maior operação mundial, evidenciando o quanto o Brasil é considerado estratégico para corporações americanas.
Percepções e relações atuais
Apesar da retórica desfavorável de Trump, a relação comercial entre as duas nações permanece proveitosa para os Estados Unidos. O fluxo de capital, investimentos e operações comerciais evidenciam que o Brasil continua sendo uma prioridade econômica que beneficia ambos os lados.
Perspectiva futura
Especialistas avaliam que, mesmo com discursos de soberba, o Brasil continua sendo uma peça fundamental na estratégia econômica dos Estados Unidos na América Latina. Segundo análises do setor, a relação deve se manter forte, com cooperação e intercâmbio de negócios, independentemente do tom político adotado.
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