Durante uma entrevista recente, Donald Trump afirmou que nunca visitou a ilha de Jeffrey Epstein, mesmo com relatos de encontros e associações ao bilionário condenado por tráfico sexual infantil. As declarações reacenderam a controvérsia em torno dos arquivos secretos e da relação de figuras públicas com Epstein, numa fase de intensas discussões no Congresso e na sociedade.
Quem é Jeffrey Epstein e por que sua ilha causa controvérsia
Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais, possuía a ilha de Little Saint James, nas Pequenas Ilhas Virgens, adquirida em 1998. Segundo investigações, o local era usado como centro de uma rede de tráfico global de menores, envolvendo diversas personalidades influentes. As acusações e os possíveis documentos escondidos alimentam debates sobre a transparência do governo e a Justiça.
As palavras de Trump sobre a ilha e sua repercussão
Ao falar com repórteres, Trump afirmou: “Nunca fui à ilha, mas Bill Clinton foi lá, dizem, 28 vezes”. Ele acrescentou ainda que Larry Summers, ex-presidente de Harvard, também visitou o local, sem mencionar se de forma autorizada ou não. “Nunca tive o privilégio de ir à ilha, e na verdade, recusei convites. A maioria dos convidados de Palm Beach foram convidados, mas eu declinei”, completou.
Reações à escolha do termo “privilegiado”
A expressão de Trump de que visitar a ilha seria um “privilégio” causou forte reação, com muitos indicando desconforto e espanto. Uma pessoa afirmou que a palavra faz sua “pele encolher” e o “estômago revirar”, comparando a fala ao comentário anterior do ex-presidente quando desejou “tirar o melhor” de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein.
Controvérsia e o que dizem as investigações
Enquanto Trump tenta descreditar seu envolvimento, oficiais e legisladores continuam cobrando transparência. O governo declarou sua intenção de liberar documentos relacionados a Epstein, mas a última atualização do Departamento de Justiça afirmou que não há evidência de cliente na ilha e que a morte de Epstein ainda é considerada sem suspeitas de irregularidades.
Pergunta que não quer calar
O que exatamente Trump quis dizer ao falar que a ilha era um “privilégio”? Sua abordagem levanta suspeitas sobre sua relação com o caso, especialmente considerando sua amizade documentada com Epstein. Muitas pessoas veem o uso da palavra “privilegiado” como um indicativo de suas possíveis conexões com o criminoso.
Perspectivas futuras e próximas investigações
Com o aumento das cobranças por transparência, espera-se que novos documentos sejam divulgados nas próximas semanas. A questão ainda divide opiniões, alimentando teorias e dúvidas sobre o envolvimento de figuras influentes na rede de Epstein. O caso continua sendo um tema quente na política americana e no debate público.
Para entender melhor a relação entre Trump e Epstein, confira a matéria completa no The New York Times.