A Previ, maior fundo de pensão do país, com mais de R$ 260 bilhões em patrimônio, apresentou um déficit de R$ 17,6 bilhões em 2024, segundo dados divulgados recentemente. Como o desempenho até 2023 havia registrado um superávit de R$ 14,5 bilhões, o déficit acumulado no período chegou a R$ 3,16 bilhões.
Desempenho do Plano 1 e impacto nos ativos do fundo
Os números referem-se ao Plano 1, do tipo benefício definido (BD), que é o mais antigo e concentra a maior parte dos ativos da instituição. Este resultado reflete os desafios enfrentados pelo setor de previdência complementar diante do cenário econômico atual.
Segundo informações do Fonte, a tendência é que a Previ esteja próxima de zerar seu déficit acumulado, o que representa um passo importante na recuperação financeira da entidade.
Perspectivas futuras e ações adotadas
Especialistas apontam que a correção do déficit depende de fatores como a valorização dos ativos financeiros e melhorias na rentabilidade dos investimentos. A gestão da Previ vem adotando estratégias para equilibrar as contas e fortalecer o patrimônio.
O superintendente da fundação afirmou que a tentativa é de estabilizar os resultados e garantir a sustentabilidade dos benefícios aos pensionistas no longo prazo.
Contexto do setor de previdência complementar
O desempenho da Previ reflete o cenário mais amplo de instabilidade econômica, tributária e de taxas de juros, que tem impacto direto nos fundos de previdência de grandes empresas públicas e privadas. Essa situação reforça a importância da gestão eficiente e de estratégias de diversificação de ativos.
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