Teresina, 28 de maio de 2024
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Advogado de Adélio Bispo é investigado por suposto pagamento de R$ 315 mil pelo PCC

A Polícia Federal investiga a relação entre um advogado que defendeu Adélio Bispo, autor do atentado contra Jair Bolsonaro em 2018, e um suposto pagamento de R$ 315 mil feito pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O advogado nega qualquer vínculo com a facção e afirma que o pagamento foi realizado por outros clientes.
A Polícia Federal investiga a relação entre um advogado que defendeu Adélio Bispo, autor do atentado contra Jair Bolsonaro em 2018, e um suposto pagamento de R$ 315 mil feito pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
Adélio Bispo, durante depoimento à justiça

A Polícia Federal investiga a conexão entre um advogado de Adélio Bispo, autor do atentado contra Jair Bolsonaro em 2018, e um suposto pagamento de R$ 315 mil pela facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). O advogado, Fernando Costa Oliveira Magalhães, nega qualquer relação com o PCC e afirma que o pagamento foi feito por outros clientes.

O que você precisa saber: A investigação começou em 2022 após a PF ter acesso ao conteúdo dos celulares dos advogados que defenderam Adélio Bispo. Dados do Coaf revelaram pagamentos fracionados em 2020 para uma empresa no nome do advogado Fernando Costa Oliveira Magalhães, supostamente relacionados ao PCC. A Diretoria de Inteligência da PF considera a nova linha de investigação inconsistente devido ao lapso temporal entre o atentado e o pagamento.

O inquérito foi instaurado em 2022 após a PF ter acesso ao conteúdo dos celulares dos advogados que defenderam Adélio. O delegado Martin Bottaro, especialista em PCC, preside a investigação. Dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revelaram pagamentos fracionados em 2020 para uma empresa no nome de Magalhães, supostamente relacionados ao PCC.

O inquérito também identificou um registro no livro-caixa de Zanone Oliveira Junior, advogado que também fez parte da defesa de Adélio, com um pagamento de R$ 25 mil e a rubrica “caso Adélio”. Um grupo de troca de mensagens entre os advogados no WeChat chamado “Adélio PCC” também foi descoberto.

A Diretoria de Inteligência da PF considera a nova linha de investigação inconsistente devido ao lapso temporal entre o atentado e o pagamento. Magalhães reitera que os pagamentos recebidos por sua empresa não têm relação com a defesa de Adélio e que nunca teve vínculos com o PCC.

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