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Editorial

Mais um líder entra para a história

Editorial sobre a trágica morte do ex-prefeito Firmino Filho

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É difícil imaginar que poderíamos ter um dia mais triste do que tantos outros desde que começou essa pandemia.

Tantos amigos e familiares se foram sem que pudéssemos ao menos nos despedir. Mas esse 06 de abril foi o mais triste dos últimos dias. Foram 43 mortes por Covid-19 e mais uma morte inexplicável.

Aliado ou adversário, Firmino Filho tinha um elo muito forte com Teresina. Uma geração inteira amadureceu junto com ele desde que foi eleito prefeito da capital aos 33 anos de idade. Hoje, Firmino partiu aos 57 anos.

Em sua última publicação, ele falava de esperança. “É preciso conservar a força no espírito para se manter forte e esperançoso em dias tão difíceis”, disse o ex-prefeito há 4 dias atrás.

A notícia da partida prematura de Firmino Filho chocou cada um dos teresinenses.

Em 2022 fariam 30 anos de convívio público entre o jovem economista e uma cidade inteira.

Com ele nos liderando, porque é isso que um político como ele fazia, enfrentamos problemas, enchentes e tragédias, a última, a pandemia da Covid-19. Entre erros e acertos como gestor, é indiscutível, Firmino Filho foi um grande líder.

Hoje, no final da tarde, cada coração teresinense sentiu um aperto. Um nó na garganta. A morte de Firmino Filho foi uma tragédia para todos nós. Uma tragédia inexplicável.

Restam as lembranças e o dever, por reconhecimento e gratidão, de honrar sua memória pelos anos dedicados à Teresina, pelas noites de sono que ele perdeu, pelas vezes em que abriu mão de cuidar dos próprios filhos para não descuidar da cidade.

Toda vez que um líder sai “da vida para entrar para história” é um sinal de que os dias estão difíceis.

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