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Política

Jair Bolsonaro não ganhou ‘Personalidade do Ano’ da revista Time

Apesar de ter vencido a enquete, são os editores da revista quem define os vecedores do título de “Personalidade do Ano” da Time

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Bolsonaro não ganhou o título de personalidade do ano da Time

O presidente Jair Bolsonaro foi anunciado nas redes sociais por seus apoiadores como escolhido “Personalidade do Ano” da revista Time. Mas não é bem assim.

A votação online não define o vencedor. É a escolha dos editores da revista que determina quem vai ocupar a capa da publicação como personalidade do ano.

Aberta a todo mundo, a votação online foi amplamente divulgada em campanhas por apoioadores, páginas e políticos ligados ao presidente Bolsonaro. Segundo o Estadão, apenas uma publicação, da deputada federal Carol de Toni (PSL-SC) obteve mais intereções do que o convite da própria revista Time para que seus leitores votassem. A postagem de Carol obteve 17,9 mil intererações. O número é 12 vezes maior do que as interações do post da revista que teve 1,5 mil interações.

A Time possui 80 vezes mais seguidores que Carol de Toni.

Por contar com uma amostra majoritariamente bolsonarista, a enquete não serve como avaliação da popularidade do presidente.

Em live, Bolsonaro pede voto para ganhar o título de "Personalidade do Ano" da Revista Time.
Bolsonaro, durante em live do dia 25 de novembro, pediu voto para apoiadores

A vitória na votação online, incentivada pelo próprio presidente que pediu votos aos seus apoiadores no dia 25 de novembro, na sua tracional live de quinta-feira, pode influenciar os editores da revista Time, mas por si, não define a escolhda da “Personalidade do Ano” que vai estampar a capa da publicação.

No ano passado, a enquente da Time foi vencida pelos profissionais de saúde que atuaram na linha de frente do combate à covid-19, mas quem levou o título foi o presidente eleito dos Estados Unidos Joe Biden e a vice Kamala Harris.

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Política

Vereadora Thanandra pede suspensão da Expoapi

Protetora dos animais, a vereadora Thanandra Sarapatinhas após acidentes com cavalos durante queima de fogos em evento da Expoapi

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Vereadora Thanandra Sarapatinhas pede a suspensão da Expoapi depois de acidente com cavalos na BR 343
Thanandra Sarapatinhas | Foto: ASCOM / CMT

Teresina – A vereadora Thanadra Sapapatinhas afirmou nesta quinta-feira (9) que vai pedir a suspensão da Exposição Agropecutária do Piauí – Expoapi após os acidentes com cavalos durante a queima de fogos ocorrida na noite de ontem no evento.

Os animais se assustaram e correram em direção a BR 342 provocando vários acidentes com automóveis. Animais ficaram feridos e tiveram que ser sacrificados.

Segundo a vereadora de Teresina, a Expoapi deve ser suspensa até que todas as circunstâncias que levaram à tragédia sejam esclarecidas. Ela ressaltou que lançar fogos de artifícios é proibido por lei.

“Irei solicitar a suspensão da Expoapi até que todas as circunstâncias sejam esclarecidas envolvendo o acidente com animais seriamente machucados por conta de fogos de artifício usados indevidamente. Vale lembrar que fogos de artifício barulhentos são proibidos por Lei no Piauí. Precisamos de leis, mas precisamos mais ainda que elas sejam cumpridas”, disse Thanandra.

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Política

Senado aprova PEC dos Precatórios

Votação da PEC dos Precatórios ocorreu em dois turnos. Após alterações, proposta segue para a Câmara dos Deputados

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Senador Fernando Bezerra
Senador e líder do governo Fernando Bezerra (MDB-PE) Jefferson Rudy/Agência Senado

Brasília – Com 61 votos favoráveis e 10 contrários, o Senado aprovou, no início da tarde desta quinta-feira (2), em dois turnos, a chamada PEC dos Precatórios.

Para garantir a aprovação do texto da Proposta de Emenda Constitucional, o líder do governo na Casa e relator da proposta, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), fez de última hora mudanças significativas na versão final aprovada na última terça-feira (3) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Mudanças

No rol de principais modificações feitas pelo relator está a redução do prazo de vigência do limite no Orçamento destinado ao pagamento dos precatórios. Pelo texto aprovado o teto de gastos, que restringe o crescimento das despesas à inflação, terá que ser rediscutido novamente em 2026, a medida contraria o que desejava o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Em vez de vigorar por todo o tempo do Novo Regime Fiscal, ou seja, até 2036, o sub limite para precatórios irá até 2026, dando tempo suficiente para o Poder Executivo melhor acompanhar o processo de apuração e formação dos precatórios e seus riscos fiscais, mas sem criar um passivo de ainda mais difícil execução orçamentária”, explicou o relator sobre a sexta versão do texto.

Outra alteração feita por Bezerra exclui da PEC medidas relacionadas à securitização de dívidas tributárias. “A medida, apesar de meritória, não encontrou consenso no Senado Federal, não havendo prejuízo deixar essa discussão para outro momento”, avaliou.  Ainda segundo a proposta, o espaço fiscal aberto com a restrição do pagamento dos precatórios e a mudança no cálculo do teto de gastos do governo – um total de R$ 106 bilhões – será inteiramente destinado para fins sociais, como programas de combate à pobreza e extrema pobreza, saúde, assistência social e previdência.

Pressionado por diversos parlamentares o governo já havia retirado do teto de gastos os precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os recursos devidos a estados e municípios serão pagos em três parcelas anuais. O pagamento será feito conforme uma fila de prioridade organizada por tipo de precatório. As Requisições de Pequeno Valor (RVPs) de até R$ 66 mil. Na sequência, virão as dívidas de natureza alimentícia idosos, pessoas com deficiência e doenças graves.

Com alterações, PEC dos Precatórios volta à Câmara dos Deputados

Como sofreu alterações, a PEC dos Precatórios terá que voltar para a análise da Câmara dos Deputados. A proposta só pode ser promulgada pelo Congresso Nacional e passa a valer quando deputados e senadores chegarem a um consenso e aprovarem o mesmo texto.

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