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Política

HGV implanta Serviço de Cirurgia Cardíaca

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HGV implanta Serviço de Cirurgia Cardíaca

O Hospital Getúlio Vargas (HGV) implantou o Serviço de Cirurgia Cardíaca, realizando a primeira cirurgia do coração. A equipe médica composta pelos cirurgiões cardíacos Raimundo Barros e Daniel Siqueira, realizaram o procedimento neste sábado (8). Para o diretor geral do HGV, Osvaldo Mendes, “hoje é um dia histórico para uma população carente que precisa de tratamento nessa área. Com a realização dessa cirurgia, estamos implantando o Serviço de Cirurgia Cardíaca no HGV”, destacou o gestor.

O cirurgião cardíaco e coordenador do Serviço de Cirurgia Cardíaca do HGV, Daniel Siqueira, explica que é um momento de felicidade começar esse serviço. “Esse primeiro paciente representa todos os demais que estão na dolorosa fila de cirurgias cardíacas. Isso é motivo de felicidade para todos nós”.

Segundo o Coordenador da Clínica Cardiovascular do HGV, Carlos Eduardo Lima, a cirurgia, ocorrida neste sábado (8), foi considerada bem sucedida pela equipe médica. “O paciente é do sexo masculino, tem 50 anos de idade, veio encaminhado com síndrome coronariana aguda com obstrução grave na artéria principal do coração e foi submetido a uma cirurgia de revascularização miocárdica”, explicou o cardiologista.

Segundo o médico, essa é a principal causa de morte por doenças cardiovasculares no mundo. “Essa patologia é um resultado muito comum devido ao cultivo dos maus hábitos. Muitas doenças do coração podem ocorrer nesses casos, entre elas, o infarto. No caso do paciente, ele já estava na fase aguda da doença e poderia vir a óbito, caso o procedimento não fosse realizado”, destacou Carlos Eduardo.

O diretor-geral do HGV, Osvaldo Mendes, disse que uma nova fase se inicia no HGV com a ampliação dos serviços de alta complexidade, “isso somente está sendo possível devido o recebimento de estrutura física adequada e insumos adquiridos pela Fundação Estatal de Serviços Hospitalares (Fepiserh) através do Governo do Estado. A realização desse procedimento, significa maior resolutividade para o paciente do SUS nessa área”, destacou Mendes.

O presidente da Fepiserh, Ítalo Rodrigues, destaca a grandiosidade do Hospital Getúlio Vargas. “O HGV inclui mais uma especialidade cirúrgica, reforçando a sua posição de referência em alta complexidade. Trata-se de algo novo no Piauí. Hoje não temos cirurgia de coração na rede pública estadual. Os hospitais privados conveniados ao SUS são quem realizam esse serviço, portanto, temos uma demanda reprimida”, destaca Ítalo Rodrigues.

O Serviço de Cirurgia Cardíaca

O Superintendente da Gestão da Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Jefferson Campelo disse que hoje é um marco histórico nos 80 anos do HGV, que é a implantação de um Serviço de Cardiologia completo que contempla todas as áreas, onde a gente vai poder proporcionar a população piauiense um ganho inestimável que seja o acesso fácil ao tratamento das cardiopatias, isso é um ganho imensurável.

Ele acrescenta ainda que não é somente a realização de uma única cirurgia, mas a criação de um serviço completo. “Não estamos aqui para realizar uma única cirurgia, mas para implantar um Serviço de Cardiologia integrado, onde vamos poder ter a regulação de uma fila, vamos ter um serviço de urgência para poder tratar os pacientes da forma mais moderna e mais eficaz que existe na atualidade, a gente também tem um serviço de hemodinâmica que podemos fazer um atendimento cardiológico intervencionista e isso de forma integrada, numa área adequada, com novos leitos de UTI e um novo centro cirúrgico, podendo igualar o HGV aos grandes centros, proporcionando tratamento seguro com uma equipe multiprofissional qualificada”, explica o médico.

A equipe

A equipe multiprofissional foi composta do cirurgião cardíaco, Daniel Siqueira e Raimundo Barros; o anestesista, Fernando Martins; as Perfusionistas: Aurislânia Bezerra e Patricia Lima; as Instrumentadoras: Sônia Vilanova, Márcia Gomes, Márcia Carvalho e Valéria Sâmia e os enfermeiros Ronaldo José e Olivia Leal. Além da técnica de enfermagem, Rosailda Almeida.

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Com Informação do Governo do Piauí

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Política

Vai dar PT? Deputada Flora Izabel é a mais forte para vaga no TCE

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Deputada Flora Izabel do PT é forte candidata à vaga no Tribunal de Contas do Estado do Piauí

Teresina – Flora Izabel foi a escolhida pelo Partido dos Trabalhadores para disputar a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Piauí. Apesar de contar com o apoio do governador Wellington Dias, foi a mão da vice-governadora Regina Sousa que pesou na definição de seu nome. Entre os petistas, foi preterido o também deputado estadual Franzé Silva, cuja história no PT do Piauí é longa, mas como deputado, Franzé está no seu primeiro mandato.

É a segunda vez, num governo de Wellington Dias, que um petista pode chegar ao cargo. O primeiro petista a se tornar conselheiro foi Olavo Rebelo. O Tribunal de Contas do Estado é visto como uma importante peça no tabuleiro de xadrez dos políticos, a atuação de um conselheiro naquele órgão representa influência política, por isso a disputa pela vaga. Da escolha à eleição, questões eleitorais são colocadas à mesa para definir quem recebe o maior número de votos na Assembleia Legislativa. Colégios eleitorais e apoios são oferecidos numa espécie de espólio pelos votos dos deputados. Neste quesito, nomes com mais mandatos na ALEPI saem mais fortes. E é por isso que Flora Izabel concorre, mas a vaga ainda não está certa para ela.

Um outro nome corre por fora e conta com a “simpatia” de muitos deputados. Wilson Brandão (PP) articula bem nos bastidores. É visto como conciliador, equilibrado e com moeda de troca suficiente para fazer ofertas ao altar legislativo. Os deputados sabem que a força eleitoral de Flora ficaria apenas dentro do próprio PT, mas já no caso de Wilson Brandão, as lideranças no interior podem ser divididas entre os deputados. O número de herdeiros seria maior.  

Nas eleições de 2018, Flora Izabel foi eleita com 29.061 votos, Brandão obteve mais de 47 mil votos. Para ficar com a vaga, Flora teria que contar com o apoio forte do governo petista. E foi justamente Regina Sousa a fiel da balança. Atual vice-governador, Regina deve assumir a chefia do governo com o afastamento provável de Wellington Dias para concorrer ao cargo de senador ou deputado federal em abril de 2022. Apenas uma moeda é válida dentro da Assembleia: voto nas urnas.

Do outro lado, Wilson Brandão, segundo nome mais forte na corrida rumo ao TCE, pode contar com o apoio do agora ministro Ciro Nogueira para chegar ao cargo de conselheiro. Até agora, Brandão ficou em cima do muro na disputa entre Ciro e Wellington, apesar de filiado ao Progressistas. Sem o apoio petista, Wilson Brandão pode optar por dividir suas lideranças entre os deputados e pular de vez para o colo de Ciro Nogueira.

A eleição para conselheiro do Tribunal de Contas será o termômetro das eleições de 2022. Vai demonstrar quem tem a capacidade de jogar melhor politicamente. Os dois lados estão, em tese, equilibrados quanto à força. Se Wellington tem o governo do estado, Ciro Nogueira tem o governo federal.

O MDB, partido com o maior número de deputados na casa, tem forte influência sobre o resultado. Aliado ao governo petista, os emedebistas tendem a votar em Flora. São seis votos para ela. Entre efetivos e suplentes, o PT tem mais cinco nomes. Somados aos agregados petistas, que são oito nomes, Flora Izabel, em tese, teria 19 votos. A maioria.

Do outro lado, a oposição tem seis nomes certos e um duvidoso. Quatro dos deputados esperariam as melhores condições para decisão, mas o número é insuficiente para virar o jogo. 

Apenas uma demonstração de perspectiva de poder poderia alterar o placar. Sem isso, vai dar PT no Tribunal de Contas do Estado.

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Política

Voto impresso auditável será apreciado pelo plenário da Câmara nesta terça-feira

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Proposta do Voto Impresso Auditável vai a plenário nesta terça-feira(10)
Foto: Najara Araujo | Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara decidiu levar a matéria para análise após derrota em Comissão na semana passada. Voto Impresso Auditável é hoje a principal bandeira do presidente Jair Bolsonaro.

Brasília – O deputado federal Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, pautou para esta terça-feira a análise em plenário do texto que institui o voto impresso auditável para as eleições brasileiras. Um encontro entre Lira e os líderes partidários no parlamento selou a iniciativa.

Na última semana, o Voto Impresso Auditável foi rechaçado na Comissão especial que analisava a matéria por 23 votos contrários e 11 a favor. A medida desagrafou o presidente da República. Jair Bolsonaro tem no voto impresso sua principal bandeira.

Durante os últimos dias, Bolsonaro tem denunciado fraudes nas eleições brasileiras e já chegou a dizer que teria vencido o pleito em 2018 no primeiro turno e que Aécio Neves (PSDB) teria sido o vitorioso nas eleições de 2014. A retórica de Bolsonaro não apresenta provas, mas foi o suficiente para arrastar uma legião de questionadores do modelo atual de votação e gerar uma crise institucional com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para os líderes que participaram do encontro, a proposta deve ser rejeitada no plenário. Governistas preparam um alternativa mais branda ao texto e devem apresentar uma proposta para que 2% das urnas tenham o sistema de voto impresso auditável já na próxima eleição, em 2022.

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