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Política

Piauí recebe mais 56 mil doses para vacinar gestantes, pessoas com deficiência e comorbidades

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Piauí recebe mais 56 mil doses para vacinar gestantes, pessoas com deficiência e comorbidades

O Piauí recebeu, nesta quinta-feira (6), mais 56.300 doses da vacina Covishield, da parceria AstraZeneca/Oxford, para vacinar gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. A vacinação dos três grupos acontecerá simultaneamente. Elas são parte da 18ª pauta de distribuição do Governo Federal e pertencem ao lote enviado ao Brasil pelo consórcio Covax Facility.

As doses chegaram ao aeroporto Petrônio Portela, em Teresina, às 15h40, no voo LA-3211. Logo em seguida, foram levadas para a Rede de Frio para separação. A expectativa é de encaminhá-las aos municípios nos próximos dias.

O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto faz um apelo à população para que todos busquem conhecer o calendário de vacinação do seu município. “Não vamos desperdiçar a oportunidade de sermos vacinados no nosso próprio município perto de nossa casa, no posto de vacinação. Desta forma, a gente vai contribuindo para que as equipes de vacinação, o município e o Estado tenham o melhor resultado nesta campanha. Seguindo orientação do governador Wellington Dias, o nosso objetivo é imunizar o povo do Piauí, o mais rápido possível”, afirma.

Fotos: Pedro Falcão

De acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO) do Ministério da Saúde, o estado conta com um quantitativo populacional de 402.402 pessoas que se enquadram nos grupos prioritários de gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades e pessoas com deficiência permanente. No total, o Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19 aponta que, atualmente, o estado possui um total de 1.068.337 pessoas que se enquadram dentro dos grupos prioritários para a vacinação, no total.

Segundo o PNO, se encaixam como grupo prioritário as pessoas com as seguintes comorbidades: diabetes, pneumopatias crônicas graves, hipertensão arterial resistente, hipertensão arterial em estágio 1, 2 e 3 com lesão em órgão-alvo, insuficiência cardíaca, cor-pulmonale, hipertensão pulmonar, cardiopatias, síndromes coronarianas, valvopatia, miocardiopatia, doenças da aorta e arteriovenosas, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita no adulto, próteses valvares, marcapasso, doença cerebrovascular, doença renal crônica, imunoglobinopatia grave, obesidade mórbida, síndrome de Down e cirrose hepática.

Fotos: Pedro Falcão

O Plano traz ainda que, referente ao grupo das pessoas com comorbidades, deve ser priorizada a vacinação pessoas com síndrome de Down a partir de 18 anos de idade, independente da faixa etária. As demais comorbidades seguirão a ordem de prioridades conforme as faixas etárias:
– pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos;
– pessoas com comorbidades de 50 a 54 anos;
– pessoas com comorbidades de 45 a 49 anos;
– pessoas com comorbidades de 40 a 44 anos;
– pessoas com comorbidades de 30 a 39 anos;
– pessoas com comorbidades de 18 a 29 anos.

Referente ao grupo de pessoas com deficiência permanente, o PNO aponta que se enquadram no grupo, a parcela da população que possui impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, a qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas como:
– limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
– indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir mesmo com uso de aparelho auditivo;
– indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar mesmo com uso de óculos;
– indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola ou brincar.

A prioridade dentro da prioridade foi definida para as pessoas com Transtorno do Espectro Autismo (TEA) e pessoas com paralisia cerebral, ambas as imunizações devem ser feitas no público a partir de 18 anos de idade, independente da faixa etária.

Fotos: Pedro Falcão

Após a imunização dessa prioridade, o grupo será continuado com base na faixa etária:
– pessoas com deficiência permanente de 55 a 59 anos;
– pessoas com deficiência permanente de 50 a 54 anos;
– pessoas com deficiência permanente de 45 a 49 anos;
– pessoas com deficiência permanente de 40 a 44 anos;
– pessoas com deficiência permanente de 30 a 39 anos;
– pessoas com deficiência permanente de 18 a 29 anos.

Por fim, o PNO aponta que o grupo de gestantes e puérperas se define com “gestantes”, independentes de idade gestacional. Puerpério é o período compreendido entre o 1º e 45º dia após o parto. Primeiramente, devem ser imunizadas as gestantes e puérperas com comorbidades, a partir de 18 anos de idade, independente da faixa etária. Em seguida, deve ser dado o início à imunização de gestantes e puérperas em sua totalidade, independentemente de condições pré-existentes, a partir de 18 anos de idade.

De acordo com os dados do Vacinômetro da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), até este dia 6 de maio de 2021, o estado recebeu 957.380 doses de vacina contra a Covid-19 do Ministério da Saúde, das quais 950.985 doses já foram entregues para os municípios. Com as doses que chegaram nesta quinta (6) e que ainda não foram incluídas no sistema, o Piauí ultrapassa um milhão de doses recebidas.

A Sesapi mantém ainda uma reserva técnica de segurança para ser utilizada em caso de perda ou qualquer imprevisto em relação ao armazenamento e aplicação das doses, evitando que os piauienses não sejam lesados e fiquem sem o imunizante. Ainda de acordo com as informações do Vacinômetro, mais de 470 mil pessoas já tomaram a 1° dose de vacina e mais de 234 mil já completaram o ciclo de vacinação e estão imunizadas.

Chegada de vacinas ao Piauí. Fotos: Pedro Falcão

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Com Informação do Governo do Piauí

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Política

Vai dar PT? Deputada Flora Izabel é a mais forte para vaga no TCE

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Deputada Flora Izabel do PT é forte candidata à vaga no Tribunal de Contas do Estado do Piauí

Teresina – Flora Izabel foi a escolhida pelo Partido dos Trabalhadores para disputar a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Piauí. Apesar de contar com o apoio do governador Wellington Dias, foi a mão da vice-governadora Regina Sousa que pesou na definição de seu nome. Entre os petistas, foi preterido o também deputado estadual Franzé Silva, cuja história no PT do Piauí é longa, mas como deputado, Franzé está no seu primeiro mandato.

É a segunda vez, num governo de Wellington Dias, que um petista pode chegar ao cargo. O primeiro petista a se tornar conselheiro foi Olavo Rebelo. O Tribunal de Contas do Estado é visto como uma importante peça no tabuleiro de xadrez dos políticos, a atuação de um conselheiro naquele órgão representa influência política, por isso a disputa pela vaga. Da escolha à eleição, questões eleitorais são colocadas à mesa para definir quem recebe o maior número de votos na Assembleia Legislativa. Colégios eleitorais e apoios são oferecidos numa espécie de espólio pelos votos dos deputados. Neste quesito, nomes com mais mandatos na ALEPI saem mais fortes. E é por isso que Flora Izabel concorre, mas a vaga ainda não está certa para ela.

Um outro nome corre por fora e conta com a “simpatia” de muitos deputados. Wilson Brandão (PP) articula bem nos bastidores. É visto como conciliador, equilibrado e com moeda de troca suficiente para fazer ofertas ao altar legislativo. Os deputados sabem que a força eleitoral de Flora ficaria apenas dentro do próprio PT, mas já no caso de Wilson Brandão, as lideranças no interior podem ser divididas entre os deputados. O número de herdeiros seria maior.  

Nas eleições de 2018, Flora Izabel foi eleita com 29.061 votos, Brandão obteve mais de 47 mil votos. Para ficar com a vaga, Flora teria que contar com o apoio forte do governo petista. E foi justamente Regina Sousa a fiel da balança. Atual vice-governador, Regina deve assumir a chefia do governo com o afastamento provável de Wellington Dias para concorrer ao cargo de senador ou deputado federal em abril de 2022. Apenas uma moeda é válida dentro da Assembleia: voto nas urnas.

Do outro lado, Wilson Brandão, segundo nome mais forte na corrida rumo ao TCE, pode contar com o apoio do agora ministro Ciro Nogueira para chegar ao cargo de conselheiro. Até agora, Brandão ficou em cima do muro na disputa entre Ciro e Wellington, apesar de filiado ao Progressistas. Sem o apoio petista, Wilson Brandão pode optar por dividir suas lideranças entre os deputados e pular de vez para o colo de Ciro Nogueira.

A eleição para conselheiro do Tribunal de Contas será o termômetro das eleições de 2022. Vai demonstrar quem tem a capacidade de jogar melhor politicamente. Os dois lados estão, em tese, equilibrados quanto à força. Se Wellington tem o governo do estado, Ciro Nogueira tem o governo federal.

O MDB, partido com o maior número de deputados na casa, tem forte influência sobre o resultado. Aliado ao governo petista, os emedebistas tendem a votar em Flora. São seis votos para ela. Entre efetivos e suplentes, o PT tem mais cinco nomes. Somados aos agregados petistas, que são oito nomes, Flora Izabel, em tese, teria 19 votos. A maioria.

Do outro lado, a oposição tem seis nomes certos e um duvidoso. Quatro dos deputados esperariam as melhores condições para decisão, mas o número é insuficiente para virar o jogo. 

Apenas uma demonstração de perspectiva de poder poderia alterar o placar. Sem isso, vai dar PT no Tribunal de Contas do Estado.

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Política

Voto impresso auditável será apreciado pelo plenário da Câmara nesta terça-feira

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Proposta do Voto Impresso Auditável vai a plenário nesta terça-feira(10)
Foto: Najara Araujo | Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara decidiu levar a matéria para análise após derrota em Comissão na semana passada. Voto Impresso Auditável é hoje a principal bandeira do presidente Jair Bolsonaro.

Brasília – O deputado federal Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, pautou para esta terça-feira a análise em plenário do texto que institui o voto impresso auditável para as eleições brasileiras. Um encontro entre Lira e os líderes partidários no parlamento selou a iniciativa.

Na última semana, o Voto Impresso Auditável foi rechaçado na Comissão especial que analisava a matéria por 23 votos contrários e 11 a favor. A medida desagrafou o presidente da República. Jair Bolsonaro tem no voto impresso sua principal bandeira.

Durante os últimos dias, Bolsonaro tem denunciado fraudes nas eleições brasileiras e já chegou a dizer que teria vencido o pleito em 2018 no primeiro turno e que Aécio Neves (PSDB) teria sido o vitorioso nas eleições de 2014. A retórica de Bolsonaro não apresenta provas, mas foi o suficiente para arrastar uma legião de questionadores do modelo atual de votação e gerar uma crise institucional com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para os líderes que participaram do encontro, a proposta deve ser rejeitada no plenário. Governistas preparam um alternativa mais branda ao texto e devem apresentar uma proposta para que 2% das urnas tenham o sistema de voto impresso auditável já na próxima eleição, em 2022.

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