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Política

Professora e alunos da Uespi criam canal com conteúdos sobre História

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Professora e alunos da Uespi criam canal com conteúdos sobre História

A professora Mona Ayala e 15 alunos do curso de História da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), campus Prof. Ariston Dias Lima – São Raimundo Nonato, criaram o site e o canal no YouTube “Ouvindo a História”. O projeto conta com aulas gravadas, podcasts, animações, jogos adaptados em formato de PDF, produção de material didático e lúdico, além de atividades diversificadas para alunos e orientações para professores.

De acordo com a coordenadora da ação, professora Mona Ayala, a ideia surgiu ao buscar soluções para o desafio de desenvolver a parte prática da disciplina de Estágio Supervisionado no formato remoto em meio à pandemia. “Estabelecemos um convênio com a 13ª GRE (Gerência Regional de Educação de São Raimundo Nonato) com o objetivo de entregar a produção de aulas gravadas e materiais didáticos sobre os conteúdos de História voltados para o 8º e 9º anos do Ensino Fundamental. Durante as conversas com as coordenações das escolas locais, observamos que existia uma dificuldade em fornecer aos alunos um conteúdo mais adaptado à realidade local. Dessa forma, desenvolvemos o canal do YouTube e o site com todos os materiais didáticos inovadores para facilitar o desenvolvimento do ensino de História de forma remota e híbrida no Ensino Básico”, explica a docente.

Os vídeos do YouTube relatam diversos assuntos, entre eles Batalha do Jenipapo; teorias racistas do século XIX; Guerra Fria; 1° e 2° Guerra Mundial; questões indígenas; pós-abolição da escravatura no Brasil, entre outras temáticas.

Veja a seguir uma das aulas do canal sobre a Revolução Francesa e seus desdobramentos:

 

 

Ao baixar o material didático, disponível no site, é possível conferir atividades, resumos e ideias de aulas. Confira alguns dos temas em destaque:

• O mundo contemporâneo: o Antigo Regime em crise;

• Os processos de independência nas Américas;

• O Brasil no século XIX; configurações do mundo no século XIX;

• O nascimento da República no Brasil e os processos históricos até a metade do século XX;

• Modernização, ditadura civil-militar e redemocratização: o Brasil após 1946;

• A história recente.

Segundo um dos integrantes do projeto, Raphael Tiago da Silva, têm sido uma experiência enriquecedora para todos os discentes adequar conteúdos ao espaço online e transformá-los em uma linguagem acessível e com elementos da cultura local e regional.

“Para nós que estamos quase encerrando o curso é uma grande oportunidade de pegar nossas vivências e o conteúdo teórico ao longo do curso e transformar isso em uma forma leve e didática para os nossos alunos. É gratificante saber que estamos no caminho certo, que tudo aquilo que foi construído e ensinado ao longo desses anos em sala de aula vai sendo aos poucos repassado”, disse Raphael.

Os conteúdos foram elaborados pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e adaptados à realidade das escolas da 13ª GRE. Os estudantes seguiram a “Priorização Curricular para o Ensino Fundamental do 8° e 9°ano”. A proposta também deve contar com um ciclo de debates sobre experiências de ensino de História em tempos de aulas remotas.

 

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Com Informação do Governo do Piauí

Política

Vai dar PT? Deputada Flora Izabel é a mais forte para vaga no TCE

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Deputada Flora Izabel do PT é forte candidata à vaga no Tribunal de Contas do Estado do Piauí

Teresina – Flora Izabel foi a escolhida pelo Partido dos Trabalhadores para disputar a vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado do Piauí. Apesar de contar com o apoio do governador Wellington Dias, foi a mão da vice-governadora Regina Sousa que pesou na definição de seu nome. Entre os petistas, foi preterido o também deputado estadual Franzé Silva, cuja história no PT do Piauí é longa, mas como deputado, Franzé está no seu primeiro mandato.

É a segunda vez, num governo de Wellington Dias, que um petista pode chegar ao cargo. O primeiro petista a se tornar conselheiro foi Olavo Rebelo. O Tribunal de Contas do Estado é visto como uma importante peça no tabuleiro de xadrez dos políticos, a atuação de um conselheiro naquele órgão representa influência política, por isso a disputa pela vaga. Da escolha à eleição, questões eleitorais são colocadas à mesa para definir quem recebe o maior número de votos na Assembleia Legislativa. Colégios eleitorais e apoios são oferecidos numa espécie de espólio pelos votos dos deputados. Neste quesito, nomes com mais mandatos na ALEPI saem mais fortes. E é por isso que Flora Izabel concorre, mas a vaga ainda não está certa para ela.

Um outro nome corre por fora e conta com a “simpatia” de muitos deputados. Wilson Brandão (PP) articula bem nos bastidores. É visto como conciliador, equilibrado e com moeda de troca suficiente para fazer ofertas ao altar legislativo. Os deputados sabem que a força eleitoral de Flora ficaria apenas dentro do próprio PT, mas já no caso de Wilson Brandão, as lideranças no interior podem ser divididas entre os deputados. O número de herdeiros seria maior.  

Nas eleições de 2018, Flora Izabel foi eleita com 29.061 votos, Brandão obteve mais de 47 mil votos. Para ficar com a vaga, Flora teria que contar com o apoio forte do governo petista. E foi justamente Regina Sousa a fiel da balança. Atual vice-governador, Regina deve assumir a chefia do governo com o afastamento provável de Wellington Dias para concorrer ao cargo de senador ou deputado federal em abril de 2022. Apenas uma moeda é válida dentro da Assembleia: voto nas urnas.

Do outro lado, Wilson Brandão, segundo nome mais forte na corrida rumo ao TCE, pode contar com o apoio do agora ministro Ciro Nogueira para chegar ao cargo de conselheiro. Até agora, Brandão ficou em cima do muro na disputa entre Ciro e Wellington, apesar de filiado ao Progressistas. Sem o apoio petista, Wilson Brandão pode optar por dividir suas lideranças entre os deputados e pular de vez para o colo de Ciro Nogueira.

A eleição para conselheiro do Tribunal de Contas será o termômetro das eleições de 2022. Vai demonstrar quem tem a capacidade de jogar melhor politicamente. Os dois lados estão, em tese, equilibrados quanto à força. Se Wellington tem o governo do estado, Ciro Nogueira tem o governo federal.

O MDB, partido com o maior número de deputados na casa, tem forte influência sobre o resultado. Aliado ao governo petista, os emedebistas tendem a votar em Flora. São seis votos para ela. Entre efetivos e suplentes, o PT tem mais cinco nomes. Somados aos agregados petistas, que são oito nomes, Flora Izabel, em tese, teria 19 votos. A maioria.

Do outro lado, a oposição tem seis nomes certos e um duvidoso. Quatro dos deputados esperariam as melhores condições para decisão, mas o número é insuficiente para virar o jogo. 

Apenas uma demonstração de perspectiva de poder poderia alterar o placar. Sem isso, vai dar PT no Tribunal de Contas do Estado.

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Política

Voto impresso auditável será apreciado pelo plenário da Câmara nesta terça-feira

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Proposta do Voto Impresso Auditável vai a plenário nesta terça-feira(10)
Foto: Najara Araujo | Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara decidiu levar a matéria para análise após derrota em Comissão na semana passada. Voto Impresso Auditável é hoje a principal bandeira do presidente Jair Bolsonaro.

Brasília – O deputado federal Arthur Lira, presidente da Câmara Federal, pautou para esta terça-feira a análise em plenário do texto que institui o voto impresso auditável para as eleições brasileiras. Um encontro entre Lira e os líderes partidários no parlamento selou a iniciativa.

Na última semana, o Voto Impresso Auditável foi rechaçado na Comissão especial que analisava a matéria por 23 votos contrários e 11 a favor. A medida desagrafou o presidente da República. Jair Bolsonaro tem no voto impresso sua principal bandeira.

Durante os últimos dias, Bolsonaro tem denunciado fraudes nas eleições brasileiras e já chegou a dizer que teria vencido o pleito em 2018 no primeiro turno e que Aécio Neves (PSDB) teria sido o vitorioso nas eleições de 2014. A retórica de Bolsonaro não apresenta provas, mas foi o suficiente para arrastar uma legião de questionadores do modelo atual de votação e gerar uma crise institucional com o Supremo Tribunal Federal (STF) e o próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para os líderes que participaram do encontro, a proposta deve ser rejeitada no plenário. Governistas preparam um alternativa mais branda ao texto e devem apresentar uma proposta para que 2% das urnas tenham o sistema de voto impresso auditável já na próxima eleição, em 2022.

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