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Política

General Fernando Azevedo pede demissão do Ministério da Defesa

General Fernando Azevedo pede demissão do Ministério da Defesa.

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Fernando Azevedo pede demissão do Ministério da Defesa

O ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva pediu demissão do Ministério da Defesa na tarde desta segunda-feira(29). Em nota oficial, o general disse “Nesse período, perservei as Forças Armadas como instituições de Estado”.

Fernando Azevedo e Silva estava na pasta desde o início do governo Bolsonaro, quando foi anunciado para o Ministério da Defesa ainda na transição, em 2018. O general, da reserva, foi chefe do Estado-Maior do Exército Brasileiro. Azevedo era assessor do então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tofolli, quando este era presidente.

Não havia informação sobre a saído do general do Ministério da Defesa, nem qualquer indicativo de mudança no cargo. O fato ocorre no mesmo dia que o Ministério das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pediu demissão.

Saio na certeza da missão cumprida.

General fernando azevedo e silva

Nota Oficial

Agradeço ao Presidente da República, a quem dediquei total lealdade ao longo desses mais de dois anos, a oportunidade de ter servido ao País, como Ministro de Estado da Defesa.

Nesse período, preservei as Forças Armadas como instituições de Estado.

O meu reconhecimento e gratidão aos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, e suas respectivas forças, que nunca mediram esforços para atender às necessidades e emergências da população brasileira.

Saio na certeza da missão cumprida.

Fernando Azevedo e Silva


Entenda o papel do Ministério da Defesa

O Ministério da Defesa tem o papel de exercer a direção superior das Forças Armadas composta pelo Exército, Marinha e Aeronáutica. Cabe ao ministro articuar as relações e interações dessas instituições.

O ministro é responsável direto por políticas públicas relacionadas à defesa e à segurança do Brasil, incluindo as operações militares, o orçamento, estratégias militares e o serviço militar.

Ainda não há informações sobre o motivo da demissão do General Fernando Azevedo, mas há um impacto sobre o governo Bolsonaro no momento em que o presidente da República dá sinais isolamento.

As Forças Armadas serem foram, no discurso de Bolsonaro, uma espécie de porto seguro de retórica no qual o presidente se apega em momentos políticos delicados.

A saída do general Fernado Azevedo do Ministério da Defesa pode indicar uma dilação entre as relações de Bolsonaro com as Forças Armadas.

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Política

Déficit atuarial na Previdência da Prefeitura de Teresina passa de R$ 4 bilhões, diz presidente do IPMT

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IPMT apresenta déficit financeira e atuarial

Teresina – O presidente do Instituto de Previdência Municipal de Teresina, Kennedy Glauber, informou nesta quinta-feira (3) que a déficit atuarial do IPMT é de R$ 4,5 bilhões. Kennedy não informou a partir de quando esse déficit afetaria os pagamentos de aposentadorias e pensões de servidores.

Kennedy Glauber, presidente do IPMT, informou existir déficit aturial na ordem de R$ 4,5 bilhões.
Kennedy Glauber: “temos uma dificuldade muito grande nesse início de gestão”

Segundo o gestor, o Instituto possui também uma dívida financeira de R$ 152 milhões, o que indica que o IPMT já não consegue arcar com o pagamento das obrigações previdenciárias.

“O IPMT hoje tem uma dívida financeira de 152 milhões de reais é deixada pela gestão anterior, então nós temos feito as tratativas necessárias para que a gente possa estar vendo a melhor forma de estar recuperando esse recurso. Nós temos hoje no IPMT um déficit atuarial de 4,5 bilhões de reais recebemos na semana passada o relatório do atuário e temos realmente uma dificuldade muito grande nesse início de gestão.”

Kennedy Glauber, presidente do ipmt

O déficit atuarial é a projeção de que vai faltar dinheiro para pagar aposentadorias e pensões dos servidores municipais no futuro. Segundo a legislação, as avaliações atuariais anuais devem ser realizadas até 31 de dezembro de cada exercício.

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Nacional

Fábio Wajngarten: o homem que pode eximir Bolsonaro ou condená-lo na CPI

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