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Política

CNM envia carta ao presidente pedindo coordenação contra a pandemia

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Lula e Bolsonaro podem disputar em 2022

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) divulgou hoje (23) uma carta aberta ao presidente da República, Jair Bolsonaro, sobre a situação da pandemia no Brasil. A entidade reivindica que o Executivo Federal “assuma de uma vez por todas o papel constitucional de coordenação nacional no enfrentamento da covid-19 no país, promovendo o alinhamento entre as esferas de governo e de poder”.

Assinada pelo presidente da confederação, Glademir Aroldi, o documento enfatiza a defesa da vida como prioridade e destaca que é “hora de focar no presente, produzir resposta efetiva, colocar a evidência científica como norte e despolitizar a pandemia”.

Segundo o texto, a carta é apresentada na “pior fase da pandemia”, um momento com “resultados trágicos cuja dimensão social e econômica ainda é incalculável”.

“O presidente da República deve estar pessoalmente empenhado na execução de campanha de comunicação em prol da eficácia e da segurança das vacinas, além da defesa das medidas não farmacológicas, como o distanciamento social, o uso de máscaras e álcool gel, que vêm sendo adotadas em todo o país por estados e municípios”.

Para a confederação, o alinhamento dos governos federal, estaduais e municipais é fundamental neste momento para frear a evolução das curvas de casos de covid-19 e das mortes associadas a ela.

A entidade afirma a necessidade de medidas para fomento à produção de neurobloqueadores e de oxigênio e uma operação para promover uma melhor distribuição destes insumos no território nacional, atendendo às regiões com maior demanda.

“Uma nação não pode aceitar cidadãos morrendo sufocados ou tendo que suportar dores indescritíveis decorrentes de intubação sem anestesia. O Brasil está em guerra contra o vírus e, na guerra, todos têm responsabilidades. A União precisa reorientar as plantas produtivas à disposição no país e, mais do que nunca, mobilizar a diplomacia internacional a fim de garantir as condições necessárias, para responder a esta batalha”, completa a carta.

A Agência Brasil entrou em contato com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República e aguarda retorno.

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Rc Cursos Online

    29/03/2021 no 09:00

    Sou a Karina Da Silva, gostei muito do seu artigo tem muito
    conteúdo de valor parabéns nota 10 gostei muito.

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Política

Déficit atuarial na Previdência da Prefeitura de Teresina passa de R$ 4 bilhões, diz presidente do IPMT

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IPMT apresenta déficit financeira e atuarial

Teresina – O presidente do Instituto de Previdência Municipal de Teresina, Kennedy Glauber, informou nesta quinta-feira (3) que a déficit atuarial do IPMT é de R$ 4,5 bilhões. Kennedy não informou a partir de quando esse déficit afetaria os pagamentos de aposentadorias e pensões de servidores.

Kennedy Glauber, presidente do IPMT, informou existir déficit aturial na ordem de R$ 4,5 bilhões.
Kennedy Glauber: “temos uma dificuldade muito grande nesse início de gestão”

Segundo o gestor, o Instituto possui também uma dívida financeira de R$ 152 milhões, o que indica que o IPMT já não consegue arcar com o pagamento das obrigações previdenciárias.

“O IPMT hoje tem uma dívida financeira de 152 milhões de reais é deixada pela gestão anterior, então nós temos feito as tratativas necessárias para que a gente possa estar vendo a melhor forma de estar recuperando esse recurso. Nós temos hoje no IPMT um déficit atuarial de 4,5 bilhões de reais recebemos na semana passada o relatório do atuário e temos realmente uma dificuldade muito grande nesse início de gestão.”

Kennedy Glauber, presidente do ipmt

O déficit atuarial é a projeção de que vai faltar dinheiro para pagar aposentadorias e pensões dos servidores municipais no futuro. Segundo a legislação, as avaliações atuariais anuais devem ser realizadas até 31 de dezembro de cada exercício.

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Fábio Wajngarten: o homem que pode eximir Bolsonaro ou condená-lo na CPI

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