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Internacional

Governo dos EUA pede suspensão da vacina Johnson & Johnson após casos de coagulação

Seis pessoas, todas mulheres com idades entre 18 e 48 anos, desenvolveram o distúrbio. Uma mulher morreu e uma segunda mulher foi hospitalizada em estado crítico.

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Sesapi divulga números da vacinação no Piau/i

EUA – As agências federais de saúde dos Estados Unidos pediram nesta terça-feira a suspensão temporária, mas imediata, no uso da vacina de dose única contra o coronavírus da Johnson & Johnson, depois que seis pessoas desenvolveram um distúrbio raro envolvendo coágulos sanguíneos dentro de cerca de duas semanas após a vacinação.

Todas as seis pessoas eram mulheres com idades entre 18 e 48 anos. Uma mulher morreu e uma segunda mulher no estado de Nebraska foi hospitalizada em estado crítico.

Quase sete milhões de pessoas nos Estados Unidos receberam injeções da Johnson & Johnson até agora, e cerca de nove milhões a mais de doses foram enviadas para os estados, de acordo com dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

“Estamos recomendando uma pausa no uso desta vacina por muita cautela”, Dr. Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa de Produtos Biológicos da Food and Drug Administration, e Dra. Anne Schuchat, diretora-adjunta principal do CDC, disse em um comunicado conjunto. “No momento, esses eventos adversos parecem ser extremamente raros”.

Embora a medida tenha sido enquadrada como uma recomendação aos profissionais de saúde nos estados, espera-se que o governo federal interrompa a administração da vacina em todos os locais de vacinação administrados pelo governo federal. As autoridades federais querem que as autoridades estaduais de saúde façam o mesmo. 

Duas horas após o anúncio, o governador Mike DeWine, de Ohio, um republicano, aconselhou todos os provedores de saúde em seu estado a pararem temporariamente de aplicar injeções na Johnson & Johnson. O estado de Nova York e Connecticut rapidamente seguiram o exemplo.

Cientistas da FDA e do CDC examinarão em conjunto as possíveis ligações entre a vacina e o distúrbio e determinarão se a FDA deve continuar autorizando o uso da vacina para todos os adultos ou limitar a autorização. Uma reunião de emergência do comitê consultivo externo do CDC foi agendada para quarta-feira.

Internacional

Crime organizado e pandemia fazem 1 milhão deixarem suas casas no México e na América Central

Atuação de gangues e falta de oportunidades provocam complexa movimentação de pessoas.

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Mais de 1 milhão de refugiados deixam suas casas no México e América Central
Menina refugiada: 1 milhão de pessoas deixam suas casas na América Central e México | Foto: Pressmaster

Perto de 1 milhão de pessoas deixaram suas casas no México e em países da América Central. O motivo é a violência gerada pela ação de gangues e o crime organizado, além da falta de oportunidades de emprego e renda.

Após uma visita de 10 dias ao México, El Salvador e Guatemala, o alto-comissário da ONU para Refugiados,  Filippo Grandi, concluiu fez um apelo: a criação de um mecanismo regional que ajude a coordenar programas, políticas e iniciativas focadas na mobilidade e para tratar do que ele definiu como “a magnitude sem precedentes e da complexidade dos movimentos de pessoas”. 

Filippo Grandi afirmou que “ao invés de se levantar muros para barrar pessoas”, é preciso “criar as condições necessárias para que esses civis não precisem abandonar suas casas”.  

Cerca de 100 mil pessoas migraram para o Panamá

Migrantes e requerentes de asilo de países do Caribe estão cada vez mais transitando pela América Central. Segundo a Agência da ONU para Refugiados, Acnur, mais de 100 mil homens, mulheres e crianças atravessaram da Colômbia para o Panamá pela floresta Darien somente este ano. 

No primeiro semestre de 2021, o México recebeu o terceiro maior número de pedidos de asilo do mundo. Grandi explica que além de serem países onde há trânsito de pessoas, cada vez mais os refugiados e migrantes estão buscando oportunidades no México e na Guatemala. 

Exemplos de generosidade

Enquanto esteve nos dois países, Grandi disse ter visto “muitos exemplos de generosidade e de esforços para tornar os refugiados parte da sociedade e da economia”.  

O alto-comissário também teve a chance de conversar com refugiados que estão “muito contentes trabalhando, estudando e contribuindo para as comunidades que os acolheram”. 

O Acnur continua atuando com governos e sociedade civil para reforçar os sistemas de acolhida no México, na Guatemala e em outros países da América Central, focando em alternativas migratórias para civis. 

Segundo a agência, muitas das pessoas que deixaram suas casas devido à violência não cruzam fronteiras, mas acabam ficando em seus países.  
 

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Internacional

OMS: mortes e internações por covid-19 estão diminuindo no Brasil

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OMS: mortes e internações por covid-19 estão diminuindo no Brasil

As internações e mortes por covid-19 começaram a diminuir após quatro semanas de infecções desaceleradas no Brasil, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (30).

“Os casos agora diminuíram por quatro semanas consecutivas, e as internações e mortes também estão diminuindo. Isso é uma notícia boa e esperamos que essa tendência continue”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em entrevista coletiva.

Mesmo assim, ele descreveu uma situação grave no país, que nesta semana se tornou o segundo a ultrapassar a marca de 400 mil mortes por covid-19, depois dos Estados Unidos.

“Desde o início de novembro, o Brasil vive uma crise aguda, com o aumento dos casos da doença, internações e óbitos, inclusive entre os mais jovens. Durante o mês de abril, as unidades de terapia intensiva estiveram quase em capacidade máxima em todo o país”, afirmou.

 

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Com Informação da Agência Brasil

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