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Internacional

Príncipe Philip morre aos 99 anos

O Palácio de Buckingham fez comunicado da morte do Príncipe Philip nesta manhã

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Princípe Philip Morre aos 99 anos
Foto: "The Queen and Prince Philip" por Mikepaws é licenciado sob CC BY-NC-SA 2.0

Morreu hoje aos 99 anos o Príncipe Philip, o duque de Edimburgo. Marido da Rainha Elizabeth II, da Inglatera, pai do príncipe herdeiro Charles, e avô de Harry e Willams. Há cerca de dois meses ele havia sido internado em 16 de fevereiro para o tratamento de uma infecção. No dia cinco de março, realizou um procedimento cirúrgico no coração. Há três semanas ele retornou ao Castelo de Windsor, onde faleceu.

“Sou alteza real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor”

Palácio de Buckingham em comunicado sobre a morte do príncipe philip

Philip e Elizabeth casaram-se em 1947, cinco anos antes dela se tornar a Rainha da Inglaterra. Foi o casamento mais duradouro da monarquia britânica: 73 anos. O casal teve quatro filhos, oito netos e 10 bisnetos.

Até sua morte, o príncipe Philip permaneceu casado com a rainha Elizabeth por 73 anos
Rainha Elizabeth e o príncipe Philip foram casados por 73 anos

O primeiro filho do casal, Charles, o príncipe de Gales e herdeiro do trono, nasceu em 1948, seguido pela princesa Anne, em 1950, o Duque de York, príncipe Andrew, em 1960 e o Conde de Wessex, príncipe Edward , em 1964.

Assim como Elizabeth, Philip também pertencia à uma família de monarcas. Seu pai era o príncipe André da Grécia e Dinamarca, filho do Rei George I dos Helenos. Sua mãe, a princesa Alice, era filha de Lord Louis Mountbatten e bisneta da Rainha Vitória, da Inglaterra.

O twitter oficial da família real britânica fez um comunicado no início desta manhã (horário de Brasília.

É com profunda tristeza que Sua Majestade a Rainha anunciou a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo. Sua Alteza Real faleceu pacificamente esta manhã no Castelo de Windsor.

Uma das últimas cerimônias públicas onde o casal Philip e Elizabeth foram vistos antes da pandemia
Uma das últimas cerimônias públicas onde o casal Philip e Elizabeth foram vistos antes da pandemia

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Internacional

OMS: mortes e internações por covid-19 estão diminuindo no Brasil

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OMS: mortes e internações por covid-19 estão diminuindo no Brasil

As internações e mortes por covid-19 começaram a diminuir após quatro semanas de infecções desaceleradas no Brasil, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (30).

“Os casos agora diminuíram por quatro semanas consecutivas, e as internações e mortes também estão diminuindo. Isso é uma notícia boa e esperamos que essa tendência continue”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em entrevista coletiva.

Mesmo assim, ele descreveu uma situação grave no país, que nesta semana se tornou o segundo a ultrapassar a marca de 400 mil mortes por covid-19, depois dos Estados Unidos.

“Desde o início de novembro, o Brasil vive uma crise aguda, com o aumento dos casos da doença, internações e óbitos, inclusive entre os mais jovens. Durante o mês de abril, as unidades de terapia intensiva estiveram quase em capacidade máxima em todo o país”, afirmou.

 

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Com Informação da Agência Brasil

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Internacional

China lança módulo principal da sua 1ª estação espacial permanente

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China lança módulo principal da sua 1ª estação espacial permanente

A China lançou hoje (29) o módulo principal da sua primeira estação espacial permanente, que visa a hospedar astronautas a longo prazo.

O módulo Tianhe, ou “Harmonia Celestial”, foi lançado ao espaço recorrendo ao foguete Longa Marcha 5B, a partir do Centro de Lançamento de Wenchang, na ilha de Hainan, extremo sul do país.

Este é o primeiro lançamento de 11 missões necessárias para construir e abastecer a estação e enviar uma tripulação de três pessoas até o fim do próximo ano.

O programa espacial da China também trouxe de volta as primeiras amostras lunares em mais de 40 anos e espera pousar uma sonda e um rover (veículo de exploração espacial) na superfície de Marte no próximo mês.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, junto com outros líderes civis e militares, assistiu ao lançamento, do centro de controle, em Pequim.

O módulo central é a secção da estação, onde os astronautas podem viver por um período de até seis meses. Mais dez lançamentos vão enviar ainda dois módulos, usados pelas futuras tripulações para fazer experiências, suprimentos de carga e quatro missões com tripulação.

Pelo menos 12 astronautas estão em treinamento para viver na estação, incluindo veteranos de missões anteriores. A primeira missão tripulada, a Shenzhou-12, está prevista para junho.

Quando concluída, no fim de 2022, a Estação Espacial Chinesa deverá pesar cerca de 66 toneladas, consideravelmente menor do que a Estação Espacial Internacional, que lançou o seu primeiro módulo em 1998 e pesará cerca de 450 toneladas.

Teoricamente, a Tianhe pode ser expandida para até seis módulos. A estação foi projetada para operar por pelo menos dez anos. Ela tem aproximadamente o tamanho da estação espacial americana Skylab, da década de 1970, e da antiga Mir, da União Soviética, que operou por mais de 14 anos, após o lançamento, em 1986.

O módulo principal vai fornecer espaço para viverem até seis astronautas, durante as trocas de tripulação, enquanto os outros dois módulos, Wentian e Mengtian, vão fornecer espaço para experiências científicas, inclusive das propriedades do ambiente no espaço sideral.

A China começou a projetar a estação em 1992, quando as ambições espaciais do país se concretizavam.

A necessidade de operar sozinha tornou-se mais urgente, depois de ter sido excluída da Estação Espacial Internacional, em grande parte devido às objeções dos Estados Unidos (EUA) sobre a natureza secreta e os laços militares do programa chinês.

A China colocou o seu primeiro astronauta no espaço em outubro de 2003, tornando-se o terceiro país a fazê-lo de forma independente, depois da antiga União Soviética e dos EUA.

Junto com mais missões tripuladas, a China lançou duas estações espaciais experimentais de módulo único. A tripulação Tiangong-2 permaneceu a bordo por 33 dias.

O lançamento de hoje ocorre no momento em que a China também avança em missões sem tripulação, especialmente na exploração lunar. O país pousou já um rover no lado oculto da Lua.

Em dezembro passado, a sonda Chang`e 5 trouxe rochas lunares de volta à Terra, pela primeira vez, desde as missões realizadas pelos EUA na década de 70.

Outro programa chinês visa a coletar solo de um asteroide, um dos principais focos do programa espacial japonês.

A China planeja outra missão para 2024, visando a recolher amostras lunares, e disse que quer levar pessoas e possivelmente construir uma base científica na Lua.

Nenhum cronograma foi proposto para esses projetos. Um avião espacial altamente secreto também está em desenvolvimento.

* Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

 

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Com Informação da Agência Brasil

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