Conecte-se conosco

Geral

Com ajuda do Exército, Ceagesp distribui alimentos em Araraquara

Publicado

em

Com ajuda do Exército, Ceagesp distribui alimentos em Araraquara

Toneladas de alimentos estão sendo distribuídas hoje (29) pela Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) em Araraquara, interior de São Paulo. Como a ação ainda está em andamento, a companhia ainda não divulgou a quantidade de alimentos doada e nem a quantidade de pessoas que foram beneficiadas com as doações. Os caminhões carregando os alimentos deixaram o entreposto da Ceagesp, na capital paulista, por volta das 4h da manhã e chegaram ao destino por volta das 9h.

Segundo a Ceagesp, a carreata da solidariedade, como foi chamada a ação de distribuição de alimentos para a população, foi possível por meio de doações de frutas, verduras, legumes e cestas básicas por pessoas físicas e comerciantes do entreposto da capital e do interior.

Toda essa mercadoria, que foi arrecadada na capital, chegou ao interior com apoio do Exército. Segundo o Comando Conjunto Sudeste, cerca de 70 toneladas de alimentos foram transportados para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social em Araraquara. A expectativa do Exército era de que esses alimentos poderiam beneficiar até 20 mil pessoas.

No total, 23 militares participaram da carreata da solidariedade, além dos integrantes do Tiro de Guerra do município. Também foram empregadas sete viaturas da Segunda Companhia de Transporte, do Exército Brasileiro. Segundo o Comando, esta é a quarta vez que há uma cooperação entre o Exército e a Ceagesp para as carreatas da solidariedade, que já ocorreram nas cidades paulistas de Aparecida, Potim e em aldeias indígenas da região metropolitana de São Paulo.

Por meio das redes sociais, o presidente da República, Jair Bolsonaro, mostrou um vídeo que mostra a carreata da solidariedade deixando a sede da Ceagesp a caminho de Araraquara. Na postagem, Bolsonaro elogiou o trabalho dos permissionários do entreposto, do Exército e da Polícia Militar de São Paulo, responsável pela escolta dos caminhões.

=
Com Informação da Agência Brasil

Geral

Despedida de Paulo Gustavo será hoje, em cerimônia reservada

O corpo do ator e comediante Paulo Gustavo será cremado hoje (6), em cerimônia reservada à família e aos amigos mais próximos.

Publicado

em

Por

Ator Paulo Gustavo morre de covid-19

O corpo do ator e comediante Paulo Gustavo será cremado hoje (6), em cerimônia reservada à família e aos amigos mais próximos. Segundo a assessoria de imprensa do artista, as informações de local e horário não serão divulgadas, para evitar aglomerações em meio à pandemia de covid-19.

Paulo Gustavo faleceu na noite de ontem (4), de complicações decorrentes da doença causada pelo novo coronavírus, aos 42 anos. Ele estava internado desde o dia 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O ator deixa marido, o médico Thales Bretas, e dois filhos gêmeos, Romeu e Gael, de um ano e oito meses.

Homenagens em Niterói

A prefeitura de Niterói publicou nota de pesar pela morte de Paulo Gustavo e decretou luto oficial de três dias. Aderindo ao chamado das redes sociais, a prefeitura convida a população da cidade a fazer um minuto de aplausos em memória do artista, hoje às 20h.

Há, ainda, a intenção de mudar o nome da Rua Coronel Moreira César, em Icaraí, para Rua Ator Paulo Gustavo. Para isso, a prefeitura lançou hoje uma consulta pública pela plataforma Colab, que fica aberta até sábado (8).

O coronel Moreira César foi um militar brasileiro nascido em Pindamonhangaba (SP) em 1850, que morreu em 4 de março de 1897 após ser ferido na campanha contra a comunidade de Belo Monte, na Bahia, no que ficou conhecido como Guerra de Canudos.

O ator nasceu na cidade da região metropolitana do Rio de Janeiro e iniciou a carreira em 2006, quando foi indicado ao prêmio Shell no ano de estreia do espetáculo Minha Mãe é uma Peça, comédia que montou para o teatro e que o consagrou nacionalmente quando foi adaptada para o cinema. Na telona, a cidade de Niterói é cenário para as peripécias de Dona Hermínia, a personagem criada por ele.


Com Informação da Agência Brasil

Continue lendo

Geral

Polícia indicia Dr. Jairinho e Monique pela morte do menino Henry

Publicado

em

Por

Polícia indicia Dr. Jairinho e Monique pela morte de Henry

A Polícia Civil do Rio de Janeiro indiciou por homicídio duplamente qualificado – impossibilidade de defesa da vítima e pelo emprego de tortura – o vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho (sem partido), e a professora Monique Medeiros, padrasto e mãe de Henry Borel, de 4 anos.

Laudo do Instituto Médico Legal revelou que o menino, morto no dia 8 de março, sofreu 23 lesões, três delas na cabeça, e morreu devido a uma hemorragia no fígado provocada por ação violenta.

Além do homicídio, Jairinho também foi indiciado por dois episódios de crime de tortura ocorridos em fevereiro e Monique, por tortura por omissão, porque, segundo as investigações, ela sabia que o filho estava sendo torturado e não agiu para evitar o crime.

O inquérito foi enviado para o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro que vai decidir se denuncia ou não o casal pelos crimes.

Nova versão

Durante seu depoimento à polícia, Monique disse que Henry tinha caído da cama. Depois, em cartas escritas na prisão, ela mudou sua versão e disse que mentiu porque tinha medo de Jairinho e afirmou ter sido manipulada. A defesa quer que a polícia tome novo depoimento da professora.

“Sobre o argumento [da defesa] de calar a Monique, isso é absolutamente descabido. Ela foi ouvida por horas. Por lei, ela terá oportunidades para se manifestar em juízo: na presença de seus advogados, promotor de justiça e juiz de direito. A única pessoa que foi calada nessa situação toda foi o Henry. Ele foi calado. Ele pediu ajuda e não foi ouvido. Ela teve oportunidade de se manifestar”, disse hoje (4) o titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), delegado Henrique Damasceno, que conduziu as investigações.

Defesa

A defesa de Jairinho disse que houve muito açodamento para a conclusão do inquérito e que não há dúvida de que a mesma celeridade ocorrerá da parte do Ministério Público. “Esta pressa não é aconselhável em um processo de alta complexidade. A pressão da opinião publica não pode interferir sob pena do cometimento de erros graves”, informou a defesa.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Monique Medeiros e aguarda posicionamento.


Com Informação da Agência Brasil

Continue lendo

Câmbio

Capa

Tempo

Caro leitor,

Diariamente você recebe dezenas notícias no seu whatsapp. Algumas são verdadeiras, outras não.

Por isso, é tão importante poder contar com uma fonte de informação confiável – e independente.

É isso que nós fazemos. Produzimos conteúdo. De relevância e com qualidade. Nós checamos as informações antes de publicar para que você receba apenas a verdade.

Nós analisamos os fatos para que você construa sua opinião. Nós entrevistamos pessoas, confrontamos autoridades e cobramos resultados do setor público.

O Jornal Diário do Povo faz jornalismo. E para fazer bem feito, nós precisamos do seu apoio. Assine o jornal. Custa pouco, mas vale muito. 

Banca de Jornal

Popular