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Cultura

Tatá Werneck desmente morte do ator Paulo Gustavo

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Tatá Weneck desmente morte do ator Paulo Gustavo. Atriz afirmou que "Enquanto houver vida, há esperança" Paulo Gustavo está vivo, disse no twitter
Divulgação / Arquivo Pessoal

A atriz Tatá Werneck desmentiu a informação de o que ator Paulo Gustavo havia falecido nesta terça-feira(4). “A situação dele é grave. Mas mesmo assim é mto(sic) cruel darem uma notícia . Tirarem as chances e as esperanças. Paulo está vivo. Permanece lutando. Sabemos da dificuldade e da gravidade. Mas por favor não deem notícias para ganhar likes.”, disse a atriz.

Diante da informação que a família de Paulo Gustavo foi chamada ao hospital onde está internado, a atriz informou que o estado de saúde do ator é grave, “mas ele está vivo”, afirmou.

“Enquanto há vida há esperança! Paulo está vivo!”

Tatá werneck

Paulo Gustavo está internado para tratamento de covid-19 desde o dia 13 de março. Tatá informou que o ator não possui comorbidades. “Não! Paulo não tem comorbidades! Teve asma há 10 anos atrás e nunca mais teve crise.”. A atriz chamou atenção para a gravidade do novo coronavírus: “Parem de negar a gravidade desse vírus!””

“Não! Paulo não tem comorbidades! Teve asma há 10 anos atrás e nunca mais teve crise. Enxerguem a realidade! Parem de negar a gravidade desse vírus!”

Tatá Werneck

Paulo Gustavo é um dos mais queridos atores brasileiros da nova geração. Seu trabalho no teatro, como protagonistas de programas de comédias e no cinema onde estreou o filme Minha Mãe é uma Peça, com roteiros baseados em histórias da sua família, tornou o ator um dos mais reconhecidos humoristas do Brasil.

A situação do Paulo é mto grave. Mas ele está vivo. Parem. Parem de querer ganhar likes em cima dele. Nesse momento ele está vivo. Deixem o Paulo em paz. Deixem meu amigo em paz!

Tatá werneck

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Brasil

Morre o ator Paulo Gustavo

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Ator Paulo Gustavo morre de covid-19

Faleceu nesta terça-feira(4), no Rio de Janeiro, o ator Paulo Gustavo, aos 42 anos, vítima da covid-19. Internado desde o dia. O ator estava internado desde o dia 13 de março.

Seu estado de saúde agravou e sofreu intubração no dia 21. Quatro dias depois ele apresentou melhoras e foi extubado. No início de abril a equipe médica do hospital estava otimista quanto à sua recuperação. No dia 03 do abril, Paulo Gustavo passou a respeirar com ajuda de um pulmão artificial.

No dia 11 de abril, um boletim médico informou que o quadro havia piorado e evoluído para complicações pulmonares e hemorrágicas. O quadro clínico do meu amor está difícil, mas para ele nada é impossível, e nem pra ele, nosso Deus, e essa dupla poderosa vai trazer ele de volta pra casa”, escreveu Thales nas redes sociais.

No dia 3 de maio, um novo boletim médico foi divulgado: Paulo apresentava uma embolia pulmonar gasosa, que bloqueou vasos sanguíneos com bolhas de ar. A embolia atingiu até o sistema nervoso.

“Infelizmente, a situação clínica atual é instável e de extrema gravidade”,

Equipe médica, 04 de maio de 2021

Comunicado oficial da morte do ator

Carreira

Paulo Gustavo nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e iniciou a carreira em 2006, quando foi indicado ao prêmio Shell no ano de estreia de Minha Mãe é uma Peça, comédia que montou para o teatro e que o consagrou nacionalmente quando foi adaptada para o cinema. 

Na personagem Dona Hermínia, Paulo Gustavo homenageou sua própria mãe, Dea Lúcia, em uma interpretação que conquistou a identificação do público e garantiu a continuação, Minha Mãe é uma Peça 2, que também foi sucesso de bilheteria.

Em 15 anos de carreira, Paulo Gustavo fez cinco peças de destaque para o teatro e também atuou na TV, com cinco programas no canal Multishow: 220 Volts – A Série, Vai Que Cola, Paulo Gustavo na Estrada, A Vila e Além da Ilha.

Paulo Gustavo casou-se em 2015 com Thales Bretas, com quem tem dois filhos: Romeu e Gael, de um ano e oito meses.

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Cultura

Personalidades negras ignoradas pela história são tema de exposição

A Pinacoteca de São Paulo inaugurou nesse sábado (1º) a exposição Enciclopédia negra. P

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Personalidades negras ignoradas pela história são tema de exposição

A Pinacoteca de São Paulo inaugurou nesse sábado (1º) a exposição Enciclopédia Negra. Pela primeira vez, a exposição torna pública as 103 obras realizadas por artistas contemporâneos para um livro homônimo de autoria dos pesquisadores Flávio Gomes e Lilia M. Schwarcz e do artista Jaime Lauriano, publicado em março de 2021 pela Companhia das Letras.

A mostra é um desdobramento da publicação e está conectada à nova apresentação da coleção do museu, que se apoia em questionamentos contemporâneos e reflete narrativas mais inclusivas e diversas.

No livro, estão reunidas as biografias de mais de 550 personalidades negras, em 416 verbetes individuais e coletivos. Muitos desses personagens tiveram as suas imagens e histórias de vida apagadas ou nunca registradas. Para interromper essa invisibilidade, 36 artistas contemporâneos foram convidados a produzir retratos dos biografados. 

São eles: Amilton Santos, Antonio Obá, Andressa Monique, Arjan Martins, Ayrson Heráclito, Bruno Baptistelli, Castiel Vitorino, Dalton Paula, Daniel Lima, Desali, Elian Almeida, Hariel Revignet, Heloisa Hariadne, Igi Ayedun, Jackeline Romio, Jaime Lauriano, Juliana dos Santos, Kerolayne Kemblim, Kika Carvalho, Lidia Lisboa, Marcelo D’Salete, Mariana Rodrigues, Micaela Cyrino,Michel Cena, Moisés Patricio, Mônica Ventura, Mulambö, Nadia Taquary, Nathalia Ferreira, Oga Mendonça, Panmela Castro, Rebeca Carapiá, Renata Felinto, Rodrigo Bueno, Sonia Gomes e Tiago Sant’Ana.

A exposição Enciclopédia negra apresenta todos os 103 trabalhos inéditos, sendo que alguns deles já fizeram parte do caderno de imagens do livro. As obras, especialmente produzidas para o projeto, foram doadas ao museu pelos artistas e integrarão a coleção da Pinacoteca de São Paulo, criando uma importante intervenção no que diz respeito à busca por maior representatividade.

Inauguração da exposição Enciclopédia negra na Pinacoteca de São Paulo.
Inauguração da exposição Enciclopédia negra na Pinacoteca de São Paulo. – Rovena Rosa/Agência Brasil

A mostra da Pinacoteca está dividida em seis núcleos temáticos: Rebeldes; Personagens atlânticos; Protagonistas negras; Artes e ofícios; Projetos de liberdade; e Religiosidades e ancestralidades. Esses núcleos misturam biografias de tempos históricos diversos, nas quais ressaltam aspectos em comum. Há registros de quem liderou movimentos de resistência; negociou condições de emprego e de vida; das mulheres que tiveram de ser separadas de seus filhos; das que, com seu trabalho, conseguiram comprar as alforrias; dos mestres curandeiros, dos professores, advogados, artistas, entre outros.

“As obras separadas nesses núcleos permitem ver como histórias vividas em diferentes momentos da história recente do Brasil têm afinidades, mostram como as lutas e as condições de vida desses personagens negros persistem. É muito bonito como a organização da exposição deixa isso mais evidente”,

Ana Maria Maia, curadora da Pinacoteca de São Paulo

Ela ressalta o ineditismo das obras. “São 103 obras que chegam com a Enciclopédia, que são doadas ao museu e estão sendo exibidas pela primeira vez. Elas saem dos ateliês dos artistas e podem ser vistas pelo público pela primeira vez, antes de seguir para outros locais. A gente deseja muito que o projeto Enciclopédia negra saia da Pinacoteca no ano que vem e viaje para outros lugares”, diz Ana Maria. 

Encontro com a coleção da Pinacoteca 

Além dos núcleos temáticos, Enciclopédia negra se integra à nova apresentação da coleção da Pinacoteca. O visitante poderá conferir dez obras em cartaz na exposição Pinacoteca: Acervo, que dialogam com as questões abordadas na mostra temporária. Isso ocorre em obras de nomes como Arthur Timóteo da Costa e Heitor dos Prazeres, fundamentais para o repertório da Enciclopédia.

Pinacoteca
Pinacoteca – Governo do Estado de São Paulo

Para as salas da mostra temporária também foram deslocadas três obras que já eram do acervo: Estudos para imolação, de Sidney Amaral; uma obra sem título, do Mestre Didi; e Objeto Emblemático 4, de Rubem Valentim. Há ainda o caso de Baiana, famosa pintura com autoria desconhecida, do Museu Paulista da Universidade de São Paulo em comodato com a Pinacoteca.

Revisar narrativas consolidadas na história social e institucional, no que se refere à representatividade de gênero e raça, tem sido uma das principais missões da Pinacoteca atualmente. Na nova apresentação do acervo, por exemplo, o número de obras de artistas negros mais do que triplicou se comparado com a exposição anterior. Antes eram sete e agora são 26. A chegada da Enciclopédia negra gera grande aporte nesse processo, que passará de 26 para 129 obras.


Com Informação da Agência Brasil

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