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CRM-PI alerta para terceira onda de Covid-19 e pede ao Governo para se preparar

Conselho Regional de Medicina do Piauí cobra ações do Governo do Estado e alerta para terceira onda de Covid-19

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Comunicado do CRM-PI alerta para nova onda de Covid-19 no Piauí e cobra governo por ações
Conselho diz que Piauí não tem UTI suficiente

O Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM-PI) fez duras críticas ao governo do estado na questão do enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Piauí. Em comunicado emitido nesta quinta-feira(22), o CRM-PI disse, sobre a segunda onda da doença iniciada em meados de fevereiro, que “os gestores não foram pegos de surpresa”,  “o Estado do Piauí não fez o trabalho de prevenção”, e que “todos foram alertados para a chegada de nova onda, tanto por epidemiologistas do Brasil, quanto da OMS, ainda no final de 2020.”

Os médicos ainda chamam atenção para uma possível terceira onda da doença.

“O alerta de uma terceira onda poderá se confirmar”. 

Em 14 dias, houve uma redução de 23% na média móvel diária de óbitos. O estado voltou ao patamar do dia 26 de março, mas ainda estamos muito acima do período anterior à segunda onda de Covid-19, há três meses, quando a média móvel era de 8,4 mortes por dia.

Nas últimas 24h, 28 pessoas morreram vítimas de Covid-19 no Piauí. O estado mantém a taxa de ocupação de leitos de UTI em 93%. Há pelo menos um mês, não há uma redução significativa de pacientes internados. Hoje, a média móvel de mortes é de 27,8 vítimas por dia, em 13 de abril eram 41,7.

A cada nova onda da doença, novos patamares são estabelecidos. E cada vez cresce a demanda por leitos de UTI. Anteriormente ocupadas praticamente só por pessoas idosas, os médicos passam a ver o aumento no número de jovens e adultos internados nas Unidades de Terapia Intensiva.

Governo sabia, mas não se preparou

“Quando todos foram alertados para a chegada de nova onda, tanto por epidemiologistas do Brasil, quanto da OMS, ainda no final de 2020, o Estado do Piauí não fez o trabalho de prevenção a contento.”, disse o CRM-PI no comunicado.

O CRM-PI se refere à variante P1 do novo coronavírus, descoberta em Manaus ainda em 2020. Os cientistas atribuem à ela a onda que atingiu a cidade naquele período. Mesmo com a multiplicação dos alertas feitos por autoridades médicas e científicas, o governo do Piauí decidiu fechar o hospital de campanha. 

De acordo com o CRM-PI, o resultado do fechamento do hospital de campanha instalado no Ginásio Verdão “se refletiu desde meados de fevereiro de 2021, quando os hospitais ficaram superlotados e houve até mortes por falta de leitos de UTI.”

Cresce em 17% o número de adultos jovens internados em leitos de UTI

Apenas na semana passada a Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI) confirmou a circulação das variantes P1 e P2 no Piauí. A identificação ocorreu a partir de exames realizados em pacientes no Piauí. 

A cepa P1 do novo coronavírus é uma mutação que se originou em Manaus. Até duas vezes mais transmissível e com uma carga viral até 10 vezes maior que outras cepas. 

Nesta quinta-feira(22), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou um estudo sobre a variante assinado por 29 pesquisadores brasileiros. Os dados revelam que a P1 tem um maior poder de infecção. 

Quando a P1 começou a circular no Brasil, houve um aumento de 17% no número de pacientes com menos de 40 anos internados em UTIs. A informação é da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Em entrevista à TV Assembleia, a coordenadora de epidemiologia da SESAPI, Amélia Costa, alertou para a agressividade da P1 que já circula no Piauí. “A gente já observa que nós tivemos um deslocamento de faixas etárias em relação aos casos. Hoje nós temos casos de criança, adolescente, adultos jovens e idosos. Então a gente vê que algo diferente aconteceu. Algo deve estar circulando. A gente fica muito preocupado, chamando atenção da população que essa variante que foi identificada nesses três pacientes, ela geralmente tem um alto poder de infecção. Ela transmite muito rápido”, disse Amélia.

A primeira morte por reinfecção de variante do novo coronavírus foi confirmada há apenas dois dias no Brasil. A vítima, um homem de 39 anos que morava no RS, foi infectada com as variantes P1 e P2 em um intervalo de três meses. Ele foi diagnosticado com coronavírus pela primeira vez no final de novembro de 2020 com a variante P.1. e não teve sintomas, mas teve contato com o irmão contaminado e com o pai, que chegou a ficar internado em um quarto compartilhado com outros pacientes com Covid-19.

A segunda infecção foi em 11 de março deste ano e o sequenciamento genético mostrou  que a responsável pelo quadro foi a variante P2: “No segundo episódio, o  paciente apresentou como sintomas dispneia [falta de ar], fadiga e  dificuldade respiratória; e saturação menor que 95% como sinal clínico”,  diz o estudo.

Variante mais grave que P1 e P1 foi identificada no Piauí

Estudo da Fiocruz diz que variante mais agressiva do vírus, a N9, foi encontrada também no Piauí

No último dia 16 de março, a Fiocruz divulgou um outro estudo sobre uma outra variante encontrada no Brasil. Se a P1 e P2 já se tornaram mais agressivas, a variante batizada de N9 é ainda pior que as duas. Mais transmissível e até imune à vacina.

Apesar de preocupante, a N9 foi encontrada em apenas 3% das amostras que foram analisadas. Mais foi encontrada e os cientistas alertam para sua ampla disseminação pelo país. 

De acordo com a Fiocruz, a linhagem N9 foi identificada, pela primeira vez, em São Paulo, depois em Santa Catarina, Amazonas, Pará, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Piauí. Análises do genoma dos vírus indicam que a variante N9 surgiu em agosto de 2020. O estado de São Paulo é apontado como o local de origem mais provável, mas também é possível que a linhagem tenha aparecido na Bahia ou no Maranhão.

Reabertura dos hospitais de campanha

O CRM-PI faz o indicativo de que é necessário a reabertura dos hospitais de campanha. Segundo o Conselho, “Como em todo o Estado, o número de leitos clínicos e de UTIs são insuficientes para as demandas já existentes mesmo antes da Covid-19, entende-se que os hospitais de campanha devam estar de sobreaviso, até que haja o controle absoluto da pandemia, além de toda a melhoria na rede existente.”

Tanto o Governo do Estado quanto a Prefeitura de Teresina fecharam os hospitais de campanha no começo do ano. O do Ginásio Verdão e o hospital de campanha Badminton, que era mantido pela PMT, ofertavam apenas leitos clínicos, isto é, sem UTIs. Apenas o João Claudino, ao lado do HUT, possuia leitos de UTI.

“Com relação ao hospital de campanha do Verdão, inaugurado pelo Governo do Estado ainda em maio de 2020, todos os leitos eram voltados somente para pacientes clínicos, ou seja, leitos de enfermaria; não havia leitos de UTI, esta que é a grande necessidade para a doença”, disse o CRM-PI

Sem UTI, hospital de campanha era desnecessário

O Conselho apontou que o hospital de campanha do Ginásio Verdão era desnecessário sem leitos de UTI. Segundo o órgão, com o fechamento desse hospital e com o aumento de casos e de mortes, o Governo passou a estruturar ainda no final de 2020 o Hospital da Polícia Militar (HMP), em Teresina, para tratamento Covid, instalando leitos de UTI. 

Inicialmente foi montada no HMP uma UTI para 10 leitos, posteriormente ampliada para 20 leitos. No mesmo hospital já havia uma enfermaria com 28 leitos que foram destinados para tratamento de Covid-19 que teriam capacidade para uma ampliação de  mais 32, o que totalizariam 60 leitos clínicos leitos de enfermaria. Conforme o CRM-PI: “ou seja, uma estrutura pronta que já existia,não havendo uma necessidade de investimentos de milhões de reais na criação de um hospital de campanha, que seria desativado em pouco tempo”.

O conselho cobra medidas preventivas rígidas. “Como em todo o Estado, o número de leitos clínicos e de UTIs são insuficientes para as demandas já existentes mesmo antes da Covid-19, entende-se que os hospitais de campanha devam estar de sobreaviso, até que haja o controle absoluto da pandemia, além de toda a melhoria na rede existente”, diz o CRM-PI 

Terceira onda de Covid-19 no Piauí

O Conselho Regional de Medicina do Piauí alerta para uma segunda onda de Covid-19 no Piauí. A menção acontece duas vezes no comunicado emitido pelo conselho nesta quinta-feira (22).
CRM-PI alerta para uma terceira onda de Covid-19 no Piauí. Governo não se preparou para a segunda, disse

Assim como já aconteceu em meados de março, quando uma segunda onda da doença atingiu o Brasil, médicos e cientistas alertam para uma possível terceira onda da pandemia com o avanço da disseminação de variantes e a lentidão na vacinação.

Por duas vezes o CRM-PI menção a uma possível terceira onda no comunicado. Na primeira,  o Conselho pede que os gestores, tanto do estado quanto dos municípios, “compreendam” a necessidade de medidas preventivas, de tratamento e contenção rígidas. 

“Com pouca vacinação e ainda o alerta de que possa existir uma outra onda da doença, somado a decretos tímidos de contenção da disseminação do vírus, espera-se que o Governo do Estado e prefeituras no Piauí compreendam a importância de medidas preventivas rígidas e também de tratamento e contenção da doença como prioridades”

Ao final, o Conselho Regional de Medicina faz alerta novamente para uma terceira onda no Piauí e diz que o governo tem que estar “um passo à frente”. “O alerta de uma terceira onda poderá se confirmar e o governo tem que estar um passo à frente para evitar até mesmo que pacientes cheguem ao extremo de perderem suas vidas, por falta de leitos e também por atendimento clínico tardio, elevando o grau de complicações da Covid-19 no organismo”, finaliza.

Como surgem as variantes do vírus

A circulação do coronavírus entre a população com anticorpos serve de incubação para variantes mais resistente e mais contagiosa, como a P1, P2 e agora a N9. Especialistas temem que novas mutações possam vir a ser resistentes às vacinas existentes contra a covid-19 e pedem por ação política e, consequentemente, a imposição de confinamentos rígidos em todo o país.

“Minha maior preocupação hoje é a chance que nós estamos dando para o vírus continuar evoluindo e ele chegar num momento em que realmente escape das vacinas. Então teremos o pior cenário possível”

Felipe Naveca, da Fiocruz Amazônia.

Confira o comunicado do CRM-PI na íntegra

Para o Conselho Regional de Medicina do Estado do Piauí – CRM-PI para se manter a saúde plena da população é determinante prevenir, diagnosticar e tratar. Os gestores precisam ter em mente que a prevenção está acima de tudo. Nessa pandemia de Covid-19, o foco deve ser constante, mantendo o pleno funcionamento de insumos, equipamentos, corpo clínico, hospitais em pleno funcionamento e em estado de alerta, rastreamento de casos para devidas medidas, como o isolamento obrigatório, entre outros. Como em todo o Estado, o número de leitos clínicos e de UTIs são insuficientes para as demandas já existentes mesmo antes da Covid-19, entende-se que os hospitais de campanha devam estar de sobreaviso, até que haja o controle absoluto da pandemia, além de toda a melhoria na rede existente.

Quando todos foram alertados para a chegada de nova onda, tanto por epidemiologistas do Brasil, quanto da OMS, ainda no final de 2020, o Estado do Piauí não fez o trabalho de prevenção a contento. Com o fechamento do hospital de campanha instalado no Ginásio Verdão, o resultado se refletiu desde meados de fevereiro de 2021, quando hospitais ficaram superlotados e houve até mortes por falta de leitos de UTI. Para o CRM-PI, os gestores não foram pegos de surpresa, pois já existiam alertas que mostravam novas ondas a caminho em todo o Brasil, com picos elevados de aumento da doença. O Governo deveria ter se preparado melhor.

Com relação ao hospital de campanha do Verdão, inaugurado pelo Governo do Estado ainda em maio de 2020, todos os leitos eram voltados somente para pacientes clínicos, ou seja, leitos de enfermaria; não havia leitos de UTI, esta que é a grande necessidade para a doença. Após o fechamento desse hospital e com o aumento de casos e de mortes, o Governo passou a estruturar ainda no final de 2020 o Hospital da Polícia Militar, em Teresina, para tratamento Covid. Assim, foi montada UTI para 10 leitos, posteriormente ampliada para 20 leitos, no total, e uma ala já existente de leitos de enfermaria com 28 leitos, tendo esta ainda capacidade para ampliar para mais 32, o que totalizariam 60 leitos clínicos. Ou seja, uma estrutura pronta que já existia, não havendo uma necessidade de investimentos de milhões de reais na criação de um hospital de campanha, que seria desativado em pouco tempo.

Com pouca vacinação e ainda o alerta de que possa existir uma outra onda da doença, somado a decretos tímidos de contenção da disseminação do vírus, espera-se que o Governo do Estado e prefeituras no Piauí compreendam a importância de medidas preventivas rígidas e também de tratamento e contenção da doença como prioridades.

Quanto à falta de profissionais para atendimento nos hospitais estaduais do Piauí, como médicos especialistas, enfermeiros, fisioterapeutas e todo o corpo que envolve a área hospitalar de urgência e emergência, há muitos anos que ações deste CRM e de órgãos de fiscalização, como o Ministério Público, Defensoria Pública e Ministério do Trabalho têm sido feitas, como ações inclusive judiciais para criação de concurso público. Desde 2015, quando foi criado o Fórum Interinstitucional Permanente em Saúde do Estado do Piauí, presidido por este Conselho de Medicina, tem havido discussões, denúncias e encaminhamentos no sentido de que o governo deveria abrir concursos para preenchimentos de vagas, em decorrência da falta de profissionais de saúde, o que quase nada foi feito, havendo somente abertura de seletivos para preenchimento temporário, até com contratos precários.

Para o CRM-PI, o alerta de uma terceira onda poderá se confirmar e o governo tem que estar um passo à frente para evitar até mesmo que pacientes cheguem ao extremo de perderem suas vidas, por falta de leitos e também por atendimento clínico tardio, elevando o grau de complicações da Covid-19 no organismo.

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Prefeito Dr. Pessoa pede a ministro aumento de repasse federal para custeio da saúde em Teresina

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Prefeito Dr. Pessoa pede a ministro aumento de repasse federal para custeio da saúde em Teresina

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, se reuniu na tarde desta quarta-feira (16), em Brasília (DF), com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

A audiência contou com a presença do secretário de Planejamento de Teresina, João Henrique Sousa e dos três senadores do Piauí, Marcelo Castro (MDB), Elmano Férrer (PP) e Ciro Nogueira (PP). O médico piauiense José Lira também participou do encontro a convite do prefeito Dr. Pessoa.

Na oportunidade, o prefeito relatou ao ministro a dificuldade que o município tem tido em arcar financeiramente com os custos da saúde.

A cidade de Teresina, que atende hoje grande parte de pacientes do interior do Piauí e ainda recebe pessoas vindas de Estados da região Nordeste, como Maranhão e Pará, hoje investe 53% da receita corrente líquida do município em saúde.

“Relatamos ao ministro a situação enfrentada pelos municípios em relação ao custeio da saúde pública e pedimos um auxílio nessa área pois está ficando cada vez mais difícil financeiramente, principalmente devido ao aumento de investimentos no setor devido à pandemia de coronavírus”, explicou o prefeito.

Na oportunidade, também foi apresentado a Marcelo Queiroga o projeto para a construção do Hospital da Mulher de Teresina.

O prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, se reuniu na tarde desta quarta-feira (16), em Brasília (DF), com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga Fotos: Divulgação / Semcom

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Com Informação da Prefeitura de Teresina

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Semcaspi firma parceria com Defesa Civil para atender famílias em áreas e em casas de riscos

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Semcaspi firma parceria com Defesa Civil para atender famílias em áreas e em casas de riscos

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) firmou parceria com a Secretaria Municipal da Defesa Civil para atender famílias que vivem em áreas e em casas de riscos em Teresina. A reunião aconteceu nessa terça-feira (15), no gabinete da Semcaspi.

O secretário da Semcaspi, Márcio Allan, ressalta que as parcerias na gestão têm como principal objetivo reforçar e ampliar os serviços prestados na assistência social.

“A nossa gestão será pautada em parcerias para um melhor atendimento ao público da Semcaspi e na elaboração e execução de projetos. Atualmente, já fechamos parcerias com a Prodater, a Eturb, a Coordenadoria Estadual de Enfrentamento às Drogas e, agora, com a Defesa Civil”, destacou o secretário.

Para o secretário da Defesa Civil, Carlos Ribeiro, essa parceria visa ampliar o atendimento às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social, inclusive, a alimentar.

“A parceria tem como foco principal a distribuição de cestas básicas às famílias cadastradas pela Defesa Civil. Estamos realizando cadastro das famílias que moram em áreas ou em casas de riscos. Estas pessoas precisam de assistência do poder público e vamos aprimorar os serviços que já disponibilizamos”, pontuou.

Em março deste ano, a Defesa Civil Municipal, que integrava os serviços da Semcaspi, foi desmembrada e ganhou status de secretaria.

A Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) firmou parceria com a Secretaria Municipal da Defesa Civil Fotos(Ascom/Semcaspi)

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Com Informação da Prefeitura de Teresina

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