Uma enfermeira de 37 anos foi morta a tiros pelo namorado, um agente federal de 38 anos, em 2 de novembro, no apartamento do casal, no Bronx, em Nova York. O pai da vítima acompanhou o ataque por telefone enquanto tentava impedir a agressão.
Após matar Andrea Cantarini, Juan Cornelio Diaz tirou a própria vida, segundo as informações divulgadas. A polícia investiga o caso como homicídio seguido de suicídio, após uma discussão.
Segundo relatos do pai ao New York Daily News, Andrea pretendia terminar o relacionamento. Ela havia ido ao apartamento para buscar pertences depois de a mãe levá-la para a casa dos pais devido ao comportamento considerado irracional do namorado.
Durante o ataque, Andrea ligou para o pai e disse que estava sendo ameaçada. Rudy Cantarini acionou o serviço de emergência pelo 911 e permaneceu na linha com a filha.
Andrea trabalhava como enfermeira no Hospital St. Barnabas. Ela e Diaz tinham uma filha de seis anos, e o agente também era pai de um menino de um relacionamento anterior.
A polícia informou que não havia registros anteriores de chamados por violência doméstica envolvendo o casal. Vizinhos relataram ter ouvido discussões nos dias anteriores, embora descrevessem a relação como aparentemente harmoniosa.
Diaz trabalhava na Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP), no Aeroporto Internacional John F. Kennedy. A agência informou que está colaborando com as autoridades, e a polícia disse ter recuperado a arma que teria sido usada no crime.
Fonte: O Globo