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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

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TECNOLOGIA

Amazon lança tablets com Android e eleva preços

Amazon apresenta tablets com Android e Alexa+ pela primeira vez, com preços de até US$ 550 e estrutura de alumínio.

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A Amazon apresentou em 8 de outubro de 2026 uma nova linha de tablets com Android e a assistente de voz Alexa+ pela primeira vez. Os aparelhos, desenvolvidos pela companhia sediada em Seattle, nos Estados Unidos, custam entre US$ 230 e US$ 550.

Batizada de Alexa Tablets, a linha tem três modelos: Amazon Alexa Tablet 12 Pro, Amazon Alexa Tablet 11 e Amazon Alexa Tablet 8. Todos contam com estrutura de alumínio, em vez do acabamento de plástico usado nos tablets Fire.

O modelo mais avançado, com 128 gigabytes de armazenamento, custa US$ 550, valor equivalente ao de um tablet Galaxy, da Samsung, e US$ 100 acima do iPad mais barato da Apple. A nova linha também é mais cara que o Fire HD 10, que custava mais de US$ 180, embora recebesse descontos com frequência.

A mudança faz parte da estratégia conduzida por Panos Panay, chefe da divisão de dispositivos da Amazon. A empresa pretende avançar no segmento premium e ampliar a fidelização de clientes para serviços como Prime Video, Kindle, música e comércio eletrônico.

A Alexa+, equipada com inteligência artificial generativa, poderá realizar tarefas e responder a perguntas nos novos tablets. O uso do serviço exige assinatura do Prime ou da própria Alexa+.

A adoção do Android permite que os usuários tenham acesso a aplicativos além da loja própria da Amazon. O Fire OS, sistema usado nos modelos anteriores, é baseado no Android, mas foi modificado para funcionar como uma plataforma independente.

As vendas mundiais de tablets recuaram 12% no segundo trimestre de 2026, para 33,6 milhões de unidades, segundo a IDC. A participação da Amazon caiu de 8% para 1,9% no período, enquanto Apple e Samsung lideraram o mercado, com 34% e 17,5%, respectivamente.

Os preços não incluem a cobrança para retirar anúncios da tela de bloqueio. A remoção custa US$ 20 nos modelos que exibem publicidade; o aparelho mais caro não tem anúncios. Segundo a Amazon, a receita ajuda a financiar outras inovações.

Os tablets antigos com Fire OS continuarão funcionando, de acordo com uma porta-voz da empresa. Ela não informou, porém, se a Amazon manterá o suporte ao sistema e à loja de aplicativos.

Fonte: g1

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