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domingo, 25 de outubro de 2026

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ELEIÇÕES

STF prorroga votação após relatos de falhas no transporte público

STF amplia até as 19h o horário de votação após relatos de falhas no transporte público em cidades brasileiras.

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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (25) a extensão do horário de votação até as 19h em todo o país, após relatos de redução da frota de ônibus em cidades durante o segundo turno das eleições.

A decisão foi tomada após pedido da coligação do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ampliação do prazo em municípios afetados por problemas no transporte público. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) também pediu medida semelhante para cidades de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul atingidas por fortes chuvas.

Em São Paulo, eleitores relataram longas esperas em terminais e pontos de ônibus. No Terminal Varginha, na Zona Sul, moradores disseram ter aguardado até três horas. Também houve registros de coletivos parados nas proximidades do Terminal Santana e de dificuldades de circulação na região do Jardim Ângela.

A Justiça Eleitoral havia determinado que a Prefeitura de São Paulo e a SPTrans mantivessem 100% da frota em operação, em nível equivalente ao de dias úteis. Segundo o relato divulgado, apesar da ordem, houve garagens lotadas, ônibus parados e terminais com passageiros à espera de transporte.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que a falta de ônibus em São Paulo e Salvador representaria descumprimento da legislação eleitoral e interferência no processo de votação. Ele atribuiu a responsabilidade aos prefeitos Ricardo Nunes (MDB), da capital paulista, e Bruno Reis (União Brasil), de Salvador, e disse que os casos deveriam ser apurados e punidos conforme a lei.

As declarações de Edinho são acusações políticas e não representam, por si só, uma conclusão judicial sobre eventual prática criminosa. O dirigente também afirmou que o episódio reforçaria, na avaliação do partido, uma suposta tentativa de manipulação do processo eleitoral, mencionando ainda a atuação de grandes empresas de tecnologia, sem apresentar no relato provas específicas sobre essa alegação.

Fonte: g1

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