Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizaram neste sábado (24), véspera do segundo turno das eleições presidenciais, os últimos atos de campanha em São Paulo e no Rio de Janeiro, respectivamente.
Lula reuniu apoiadores na Avenida Paulista à tarde, após participar de uma mobilização na praia de Copacabana pela manhã. Antes de percorrer a avenida em um carro aberto, o candidato afirmou que o país busca uma mudança estrutural e que seu adversário representa o retrocesso.
O petista também disse que esta é sua campanha mais emocionante desde 1989, quando disputou pela primeira vez a Presidência. Lula declarou estar convencido de que vencerá a eleição de domingo (25).
Durante o discurso, Lula voltou a chamar Flávio de "miliciano", como havia feito no debate de sexta-feira (23) e no ato em Copacabana. O candidato mencionou ainda a atuação do senador como advogado na defesa de um policial militar acusado de matar a menina Ana Clara, de 5 anos, com um tiro de fuzil.
Flávio Bolsonaro encerrou a campanha no Rio de Janeiro, sua cidade natal, com uma carreata na Barra da Tijuca. O trajeto começou na Praça do Ó, na Praia da Barra, e seguiu por menos de 1 quilômetro até o condomínio Vivendas da Barra, onde a família Bolsonaro tem uma casa.
O ato reuniu motociclistas, caminhonetes e apoiadores com faixas de oposição a Lula, críticas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, máscaras do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e bandeiras de Israel. Flávio estava acompanhado de aliados, entre eles o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Fonte: O Globo