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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

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Jejum de Pedro contrasta com gols de companheiros no Flamengo

Pedro não marca há quatro jogos pelo Flamengo, enquanto cinco companheiros fizeram gols antes da semifinal da Libertadores contra o Estudiantes.

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Pedro vive um jejum de quatro jogos pelo Flamengo e marcou apenas uma vez nas últimas dez partidas, às vésperas da semifinal da Libertadores contra o Estudiantes, marcada para esta quinta-feira (22), às 21h30. Enquanto o centroavante enfrenta dificuldades nas finalizações, cinco companheiros balançaram as redes no período.

Lucas Paquetá é o principal destaque entre os jogadores que compensaram a seca do camisa 9. Com gols contra Santos e Bahia, o meia chegou a 13 na temporada e assumiu a vice-artilharia do Flamengo.

Danilo também marcou contra o Santos, enquanto Carrascal fez o gol da vitória no clássico com o Fluminense. Jorginho e Gonzalo Plata completaram o placar diante do Bahia.

Pedro tem sido titular em dois jogos do Flamengo no Maracanã pela Libertadores: contra o próprio Estudiantes, na fase de grupos, e diante do Cruzeiro, nas oitavas de final. Contra os argentinos, marcou o gol da vitória por 1 a 0; diante dos mineiros, deu duas assistências para Arrascaeta e Samuel Lino.

Além do gol marcado contra o Bragantino, em 20 de setembro, Pedro deu passes decisivos para gols de Mirassol e Santos no recorte das últimas dez partidas. O atacante também marcou pela seleção brasileira no amistoso contra a Índia, disputado após a Data Fifa.

Nos jogos recentes contra Santos, Fluminense e Bahia, Pedro desperdiçou oportunidades claras. Ele também teve chances diante de Corinthians e Remo, e recebeu vaias ao ser substituído no clássico com o Fluminense.

O técnico Leonardo Jardim, que considera Pedro o artilheiro do Flamengo na temporada, com 25 gols, afirmou que mantém a confiança no jogador e destacou sua participação na construção das jogadas.

"Quando ele (Pedro) faz gols, é o mais eficaz no jogo. A torcida questiona porque tirou. Quando não é eficaz, a torcida xinga. Meu papel é blindar o jogador, saber que tem outros papéis sem ser finalização, como na construção. Só que a bola não está entrando. É continuar a trabalhar, que daqui a um ou dois jogos, a bola vai entrar. E quando eu tirar, quem vai ser xingado sou eu", disse o treinador.

Fonte: O Globo

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