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terça-feira, 20 de outubro de 2026

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ECONOMIA

iFood acerta aquisição da Caju por R$ 1 bilhão

iFood acerta a compra da Caju por R$ 1 bilhão e amplia atuação no mercado de benefícios corporativos.

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O iFood acertou nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026, a compra da Caju, startup de tecnologia para benefícios corporativos, por R$ 1 bilhão. O valor foi confirmado ao GLOBO por pessoas próximas à companhia.

A operação amplia a atuação do iFood no mercado de vale-alimentação (VA) e vale-refeição (VR), que movimenta R$ 150 bilhões por ano no Brasil. O acordo reúne duas empresas relevantes do segmento de benefícios flexíveis em um momento de mudanças nas regras do setor.

A partir de novembro, os cartões de VA e VR deverão ser aceitos em qualquer maquininha. A interoperabilidade integra as novas regras definidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego em portaria publicada em novembro de 2025, que alterou o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

Em comunicado, o iFood afirmou que a aquisição da Caju "deve acelerar ainda mais as mudanças no setor".

O iFood Benefícios atende 1,7 milhão de usuários ligados a 65 mil empresas. A Caju tem mais de 70 mil clientes corporativos e 1,3 milhão de trabalhadores em sua base.

A rede credenciada do iFood Benefícios reúne 11 milhões de estabelecimentos físicos e 500 mil online. A Caju informa ter 12 milhões de estabelecimentos que aceitam seus cartões.

O acordo foi comunicado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta terça-feira e também será encaminhado ao Banco Central. Até a conclusão das aprovações regulatórias, as duas empresas continuarão operando de forma independente, sem impacto para clientes, colaboradores e parceiros.

A aquisição faz parte do plano de investimentos de R$ 24 bilhões do iFood até março de 2027, valor 40% superior aos R$ 17 bilhões aplicados no ciclo anterior. Os recursos também incluem a expansão das entregas Turbo, realizadas em até 20 minutos, e a criação de um serviço para transportar clientes presencialmente até restaurantes.

Fonte: O GLOBO

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