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terça-feira, 20 de outubro de 2026

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Cristiano Ronaldo lidera ranking dos jogadores mais bem pagos

Cristiano Ronaldo lidera ranking da Forbes com ganhos estimados em US$ 300 milhões na temporada 2026-2027, à frente de Lionel Messi.

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Cristiano Ronaldo lidera o ranking atualizado pela revista Forbes dos jogadores de futebol mais bem pagos do mundo, divulgado em 19 de outubro de 2026. O português tem ganhos estimados em US$ 300 milhões na temporada 2026-2027, enquanto Lionel Messi aparece em segundo, com US$ 145 milhões.

Os valores, calculados antes de impostos e comissões de agentes, incluem receitas dentro e fora dos gramados. Juntos, os dez atletas da lista devem receber US$ 942 milhões, e Ronaldo e Messi concentram quase metade desse total.

Ronaldo recebe cerca de US$ 250 milhões em salário no Al Nassr e outros US$ 50 milhões em patrocínios e negócios. A Forbes estima que o jogador português já tenha ultrapassado US$ 2 bilhões em ganhos de carreira.

Messi, da Inter Miami, tem previsão de US$ 70 milhões em ganhos com o futebol e US$ 75 milhões fora de campo. O argentino mantém contratos comerciais com empresas como Adidas e Mastercard e firmou novas parcerias com OpenAI e Duracell, segundo a revista.

Kylian Mbappé, do Real Madrid, ocupa a terceira posição, com US$ 100 milhões, seguido por Erling Haaland, do Manchester City, com US$ 85 milhões. Vinicius Jr., também do Real Madrid, aparece em quinto, com US$ 76 milhões.

Lamine Yamal, do Barcelona, é o sexto colocado, com US$ 55 milhões. Aos 19 anos, o atacante ampliou os ganhos comerciais em relação ao levantamento anterior, quando tinha estimativa de US$ 43 milhões.

Sadio Mané, do Al Nassr, aparece em sétimo, com US$ 54 milhões, à frente de Jude Bellingham, do Real Madrid, com US$ 45 milhões. Harry Kane, do Bayern de Munique, soma US$ 42 milhões, e Mohamed Salah, do Trabzonspor, fecha a lista com US$ 40 milhões.

A Forbes considera salários, bônus e, em alguns casos, direitos de imagem vinculados aos clubes. Também entram patrocínios, licenciamento, aparições públicas, venda de produtos e retornos financeiros de negócios dos atletas, mas ficam fora impostos, comissões de agentes, juros e dividendos.

Fonte: O Globo

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