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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

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Inglaterra prevê multa de até £100 por música alta em ônibus

Governo britânico anuncia proposta de multa de até £100 para passageiros que tocarem música alta em ônibus na Inglaterra.

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O governo britânico anunciou nesta segunda-feira (19) medidas que podem multar em até 100 libras, cerca de R$ 675, passageiros que reproduzirem música ou vídeos em volume alto nos ônibus da Inglaterra.

A proposta ainda depende da aprovação do secretário dos Transportes. As autoridades locais poderão definir restrições específicas e aplicar multas fixas, enquanto a fiscalização ficará a cargo de agentes autorizados, incluindo profissionais de segurança do transporte e policiais.

As novas punições também poderão atingir passageiros que jogarem lixo fora do lugar, usarem cigarros eletrônicos ou adotarem comportamento ameaçador. Os motoristas não serão responsáveis pela fiscalização.

Nos trens, a reprodução de música em volume elevado e o canto já são proibidos por lei desde 2005. Quem desrespeitar uma advertência poderá ser retirado da composição ou receber multa de até 1 mil libras.

A Transport for London, responsável pelo metrô de Londres, também proíbe música e outros conteúdos em volume alto. Segundo a empresa, o passageiro será inicialmente orientado a interromper o barulho e, caso se recuse, poderá ser retirado do trem ou denunciado para eventual processo judicial.

O governo britânico lançará uma campanha nacional de conscientização nos sites das operadoras, nas redes sociais e dentro dos vagões. A iniciativa terá como slogan “compartilhem o vagão, não o barulho”.

O ministro da Ciência, Pesquisa e Inovação, Chris McDonald, afirmou que passageiros poderão comunicar infrações a funcionários do transporte ou à Polícia Britânica de Transportes, sem precisar confrontar diretamente a pessoa envolvida.

O Partido Conservador e os Liberais Democratas criticaram aspectos da proposta e disseram que a eficácia das medidas dependerá da capacidade de fiscalização. A Campaign for Better Transport também questionou como as autoridades locais garantirão o cumprimento das regras nos ônibus.

Fonte: O Globo

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