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domingo, 18 de outubro de 2026

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Ato de Flávio Bolsonaro na Paulista pede retirada de bandeiras estrangeiras

Organização do ato de Flávio Bolsonaro na Paulista pede que apoiadores recolham bandeiras de outros países antes dos discursos.

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A organização do ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo, pediu neste domingo (18) que apoiadores recolhessem bandeiras de outros países antes dos discursos. A manifestação reúne apoiadores do candidato do PL em duas quadras da avenida.

"Hoje é a nação brasileira, queria pedir para que bandeiras de outros países fossem recolhidas", disse um integrante da organização no carro de som principal. Entre o público, havia bandeiras que combinavam símbolos dos Estados Unidos e do Brasil, além de bandeiras de Israel e bonés com referências ao presidente americano Donald Trump.

A maioria dos manifestantes usava camisas da seleção brasileira e carregava bandeiras com o número de urna de Flávio. O ato também é marcado por músicas adaptadas de funks e hits de axé, com versos de apoio ao candidato e críticas ao PT.

Além de Flávio, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) devem participar dos discursos e percorrer a avenida em carro aberto.

Batizada de "Bloco 22", a manifestação ocorre entre o número 1800 da Paulista e o Museu de Arte de São Paulo (Masp). O carro de som principal está estacionado no cruzamento com a Alameda Ministro Rocha Azevedo, enquanto caixas de som retransmitem as falas ao longo do trecho.

Na noite deste domingo, Flávio participa de debate presidencial promovido pela Rede Bandeirantes em parceria com Estadão, TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também confirmou presença.

Na semana anterior, Lula participou de um ato na Paulista acompanhado de lideranças e integrantes de partidos e movimentos de esquerda. A mobilização ocupou diversos quarteirões da avenida, mas não teve estimativa de público divulgada pela ONG More in Common.

Fonte: O Globo

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