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sábado, 17 de outubro de 2026

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República ocupa 25º lugar em ranking dos bairros mais descolados do mundo

República, no Centro de São Paulo, fica em 25º lugar no ranking da Time Out que reúne os bairros mais “cool” do mundo em 2026.

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A República, no Centro de São Paulo, foi escolhida pela revista britânica Time Out como um dos bairros mais “cool” do mundo em 2026. A região ficou na 25ª posição entre 40 localidades avaliadas.

O ranking considera a combinação de restaurantes, bares, festas, livrarias, cinemas e espaços culturais. No bairro, essa diversidade se mistura a edifícios e monumentos que marcaram diferentes fases da história da capital paulista.

Entre os principais símbolos arquitetônicos estão o Edifício Copan, projetado por Oscar Niemeyer, o Edifício Itália, o Edifício Esther e o Theatro Municipal, ligado ao arquiteto Ramos de Azevedo. A região também reúne obras associadas a João Artacho Jurado e construções de diferentes períodos.

A urbanização do chamado Centro Novo ganhou impulso após a inauguração do Viaduto do Chá, em 1892. Antes disso, áreas como o Largo do Arouche e o atual entorno da Praça da República tinham funções ligadas a exercícios militares, cavalhadas e corridas de touros.

Além do patrimônio histórico, a República concentra atrações menos conhecidas, como o Bar dos Arcos, no subsolo do Theatro Municipal, o Centro de Memória do Circo, na Galeria Olido, e o Cine Copan. Terraços e mirantes do Edifício Itália, do Edifício Esther e do Sesc 24 de Maio também oferecem vistas da região central.

A gastronomia é outro elemento da identidade do bairro. Entre as opções citadas estão o Bar da Dona Onça, o Cuia, a Casa do Porco, o Brim, a Merenda da Cidade e estabelecimentos da Galeria Metrópole, como Sanduteca, La Baguette, Tucupi e Prosa e Vinho.

À noite, bares e casas de eventos como Tokyo, Cordial e Formosa Hi-Fi mantêm o movimento da região. A República também é atendida pelas linhas 3-Vermelha e 4-Amarela do Metrô e por diversas linhas de ônibus.

Nos últimos anos, a Prefeitura de São Paulo passou a incentivar o retrofit de prédios antigos e ociosos no Centro. A política busca modernizar as construções e ampliar seu uso, mas ainda registra avanços limitados na oferta de moradias para a população de baixa renda, segundo a reportagem.

Fonte: G1

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