Mulheres que fazem ou fizeram tratamento contra o câncer de mama no Rio de Janeiro relatam, durante o Outubro Rosa, como o diagnóstico precoce influenciou a trajetória contra a doença.
Mayara descobriu um nódulo aos 33 anos, apesar de não ter histórico familiar de câncer e de exames recentes não apontarem alterações. O diagnóstico foi recebido com choque, mas, um ano depois, ela está em remissão.
A oncologista Lilian também passou à condição de paciente após identificar um tumor na própria mama durante um exame de rotina. Como o câncer foi detectado em estágio inicial, ela iniciou o tratamento e precisou enfrentar efeitos físicos e emocionais, incluindo a queda dos cabelos.
Durante esse período, Lilian raspou a cabeça ao lado do marido e do filho. Atualmente, ela voltou a atender pacientes, mas ainda segue em tratamento e afirma que a experiência mudou a forma como acolhe mulheres diagnosticadas com a doença.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar cerca de 78,6 mil novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028. A doença é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres no país, e a identificação em estágio inicial pode ampliar as possibilidades de tratamento.
Fonte: g1