Ashley St. Clair afirmou, durante uma visita ao The New York Times em setembro, que rejeitou um acordo de confidencialidade relacionado a Elon Musk, que previa US$ 15 milhões e pagamentos mensais de US$ 100 mil por 21 anos.
St. Clair, ex-influenciadora conservadora, teve um filho com Musk em 2024. Ela participa do documentário Musk, dirigido por Alex Gibney, no qual relata sua versão sobre o relacionamento e as condições apresentadas após o nascimento da criança.
Segundo St. Clair, o documento foi enviado por Jared Birchall, gestor financeiro e assessor de Musk, por meio de uma mensagem temporária no aplicativo Signal. O acordo proibiria declarações sobre Musk e sobre o relacionamento por tempo indeterminado, inclusive por parte de seus herdeiros.
Ela disse que poderia revelar ao filho quem é o pai, mas não poderia contar a outras pessoas, incluindo seu outro filho. St. Clair afirmou que recusou o documento por considerar que a dignidade dos filhos não deveria ser tratada como uma mercadoria.
Após o TMZ noticiar a suposta oferta de US$ 40 milhões, Musk negou que o acordo tivesse sido oferecido. Em publicação no X, ele também afirmou que St. Clair tem histórico de fazer alegações falsas.
Musk criticou ainda o documentário de Gibney, dizendo que o cineasta reuniu pessoas que querem se vingar dele ou que não o conhecem. O bilionário não respondeu aos pedidos de comentário mencionados na entrevista.
St. Clair afirmou que não queria falar publicamente sobre a experiência, mas decidiu fazê-lo por considerar que outras pessoas ligadas a Musk estariam impedidas por acordos de confidencialidade. Ela também relatou ter se afastado gradualmente do movimento MAGA e reconheceu ter publicado anteriormente comentários transfóbicos, racistas e misóginos.
Fonte: O Globo