Ashley St. Clair afirmou, em setembro, ao The New York Times que recusou um acordo de confidencialidade relacionado a Elon Musk, que, segundo ela, previa US$ 15 milhões à vista e pagamentos mensais de US$ 100 mil por 21 anos.
O acordo teria sido enviado por Jared Birchall, gestor financeiro e braço direito de Musk, por meio de uma mensagem temporária no aplicativo Signal. St. Clair disse que o documento a proibiria de falar sobre Musk e sobre o relacionamento entre os dois por toda a vida, inclusive com os próprios herdeiros.
A declaração foi publicada após o TMZ noticiar que ela havia rejeitado um acordo de US$ 40 milhões. Musk negou que a oferta tivesse sido feita e afirmou, na rede social X, que St. Clair tem histórico de fazer alegações falsas.
St. Clair deu à luz um filho de Musk em 2024. Ela contou que os dois se conheceram em 2023, quando trabalhava no site conservador The Babylon Bee, e que mantinham contato diário. Segundo ela, a proposta para terem um filho surgiu durante uma viagem a St. Barth, em janeiro de 2024.
A ex-influenciadora conservadora participa do documentário Musk, dirigido por Alex Gibney. Ela disse que não queria falar publicamente, mas decidiu relatar sua experiência por considerar que existe uma rede de acordos de confidencialidade envolvendo pessoas próximas ao empresário.
Gibney afirmou que St. Clair conseguiu relatar informações sobre as motivações de Musk durante a campanha de 2024. O empresário também criticou o documentário em uma publicação no X e disse que o cineasta reuniu pessoas que querem se vingar ou que não o conhecem.
Na entrevista, St. Clair também falou sobre seu afastamento do movimento MAGA e reconheceu ter publicado comentários transfóbicos, racistas e misóginos. Ela afirmou que pretende responder por seus atos e dar exemplo aos filhos.
Fonte: O Globo