A jornalista Sônia Pinheiro morreu na noite de quinta-feira (15), aos 16 de outubro de 2026, no Ceará. A idade dela não foi informada.
Com mais de cinco décadas de carreira, Sônia passou por alguns dos principais veículos de comunicação do estado e ajudou a consolidar o colunismo social na imprensa cearense. O velório ocorreu na manhã desta sexta-feira (16), no Jardim Metropolitano, em Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Nascida em Natal, Sônia se mudou para Fortaleza e começou a carreira nos anos 1970 como repórter do jornal O Estado, onde trabalhou nas editorias Social e Policial. Depois, passou pelo Correio do Ceará e pela Tribuna do Ceará.
No Diário do Nordeste, foi pioneira do colunismo social e criou o caderno DN-Gente. No jornal O Povo, comandou uma coluna social diária e assinou páginas especiais da revista O POVO People Luxo. Mais tarde, trabalhou no jornal O Otimista, onde manteve a coluna Tapis Rouge.
Ao longo da carreira, Sônia recebeu homenagens institucionais. Em 2016, ganhou o título de Cidadã de Fortaleza e a Medalha Boticário Ferreira, concedida pela Câmara Municipal. Em 2022, recebeu a Medalha da Ordem Alencarina do Mérito Judiciário do Trabalho, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região.
A Associação Cearense de Imprensa e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará lamentaram a morte. As entidades destacaram a atuação da jornalista no registro de acontecimentos da vida pública, cultural e social do estado e sua contribuição para a história da imprensa cearense.
Fonte: g1 Ceará