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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

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SEGURANÇA

Suspeitos de furtar joalheria na Oscar Freire são liberados após depoimento

Dois suspeitos de furtar uma joalheria na Rua Oscar Freire confessaram o crime, foram indiciados e liberados por não estarem em flagrante.

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Dois suspeitos de participar do furto a uma joalheria na Rua Oscar Freire, nos Jardins, na Zona Oeste de São Paulo, confessaram o crime e foram liberados na noite de terça-feira (13), segundo a Polícia Civil. Eles foram indiciados por furto qualificado, mas não estavam em situação de flagrante.

De acordo com a investigação, um dos homens é pedreiro e teria sido contratado para abrir buracos em imóveis vizinhos e permitir o acesso à joalheria. Identificado por imagens de câmeras de segurança, ele teria recebido R$ 300 pelo serviço, conforme informou o delegado Felipe Lopes Pereira, da 2ª Delegacia do Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

O outro suspeito foi localizado em uma tabacaria no Centro de São Paulo. Com ele, os policiais encontraram uma bolsa com centenas de peças de prata; segundo a polícia, ele admitiu que não participou diretamente da invasão, mas sabia que as joias tinham origem criminosa.

O proprietário da joalheria informou que mais de 90% das peças furtadas foram recuperadas. A Polícia Civil ainda tenta identificar e localizar os demais integrantes do grupo, que, segundo o delegado, teria mais de cinco pessoas.

O furto ocorreu entre a manhã de domingo (11) e a madrugada de segunda-feira (12). Os criminosos entraram por uma loja em obras na Rua Melo Alves e atravessaram paredes de dois estabelecimentos comerciais até chegar à joalheria da Oscar Freire.

As joias levadas foram avaliadas em aproximadamente R$ 5 milhões. Os suspeitos também furtaram mercadorias das lojas de roupas invadidas, bloquearam câmeras de segurança com papel-alumínio e desativaram sistemas de alarme.

O crime foi descoberto quando o gerente chegou ao estabelecimento e encontrou o interior revirado. A investigação continua sob responsabilidade da Polícia Civil.

Fonte: g1

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