O lançamento de um pacote de ajuda aos microempreendedores individuais (MEIs), 12 dias antes das eleições, reacendeu o debate sobre os limites entre ações de governo e campanha eleitoral.
A discussão envolve decisões tomadas por um presidente que disputa a reeleição. O fato de o chefe do Executivo ser candidato não cria uma proteção específica para medidas que possam misturar atos administrativos e interesses eleitorais.
Em 2022, o país debateu medidas de última hora adotadas pelo então presidente Jair Bolsonaro. Segundo a análise, essas ações elevaram custos e levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a aprovar, no início do mandato, uma PEC da Transição.
Fonte: O Globo