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terça-feira, 13 de outubro de 2026

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ELEIÇÕES

Programas de Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre esporte feminino

Programas de Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre o esporte feminino; PL propõe restringir a categoria a atletas do sexo feminino.

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Os programas de governo de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentam propostas diferentes para o esporte feminino na eleição presidencial. Enquanto o documento do petista destaca a Copa do Mundo de Futebol Feminino, o candidato do PL propõe restringir a categoria feminina a atletas do sexo feminino.

O programa de Flávio Bolsonaro afirma que o esporte feminino deve ser protegido como um espaço de competição justo. O texto sustenta que atletas que não nasceram do sexo feminino manteriam vantagens físicas mesmo após tratamento hormonal, mas não utiliza os termos “trans” ou “transgênero”.

A proposta prevê que a categoria feminina, da base ao alto rendimento, seja disputada por atletas do sexo feminino. Segundo o documento, a medida teria como objetivo preservar a equidade e a lisura das competições.

O comitê de campanha de Flávio não apresentou detalhes adicionais sobre o tema ao GLOBO. Em nota, informou que, no esporte feminino de alto rendimento, serão respeitados os regulamentos de cada federação para preservar a equidade competitiva.

O programa do PL também propõe o Programa Escola de Campeões, parcerias entre o poder público e a iniciativa privada para levar o esporte competitivo às escolas, além do incentivo ao paradesporto e do aperfeiçoamento das bolsas esportivas.

O documento de Lula não menciona atletas trans ou a participação de pessoas trans em competições. Ao tratar do esporte feminino, o texto cita a Copa do Mundo de Futebol Feminino e afirma que o evento deve estimular a prática da modalidade no Brasil.

Entre as propostas do PT estão a implementação da Universidade do Esporte, a ampliação do apoio às Arenas Brasil e o fortalecimento do Bolsa Atleta. O programa também defende a manutenção do patrocínio de empresas estatais e do financiamento público à formação esportiva.

O programa de Flávio menciona ainda a proteção da categoria feminina diante de mudanças em regras esportivas internacionais. O texto cita a realização de testes biológicos de gênero determinada pelo Comitê Olímpico Internacional em março, segundo a reportagem.

Fonte: O Globo

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