Estudantes e jovens participaram de manifestações em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro entre domingo (11) e segunda-feira (12), na reta final do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Na Avenida Paulista, em São Paulo, o ato reuniu Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin, governadores aliados, representantes de movimentos estudantis e outras lideranças. A mobilização foi apresentada como uma tentativa de ampliar o diálogo com eleitores que não votaram no primeiro turno. ([parlamentopiaui.com.br](https://www.parlamentopiaui.com.br/noticia/ato-pela-reeleicao-de-lula-leva-milhares-a-avenida-paulista-em-sao-paulo?utm_source=openai))
Em Copacabana, no Rio de Janeiro, apoiadores ocuparam trechos da Avenida Atlântica na segunda-feira (12). A manifestação defendeu a candidatura de Lula, criticou o projeto político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e incluiu manifestações favoráveis ao fim da escala de trabalho 6x1. ([correiobraziliense.com.br](https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2026/10/7519237-manifestantes-pro-lula-lotam-a-praia-de-copacabana-no-rio.html?utm_source=openai))
O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), participou da mobilização em São Paulo. Ele foi incorporado à coordenação da campanha de Lula para o segundo turno e ficou responsável pela área de comunicação eleitoral. ([cnnbrasil.com.br](https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/isabel-mega/eleicoes/lula-reforca-time-e-redefine-papeis-na-campanha-para-2o-turno/?utm_source=openai))
Os atos ocorreram durante a campanha para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. A presença de jovens e estudantes foi destacada pelos organizadores e por lideranças políticas, mas a dimensão das manifestações, por si só, não permite concluir que tenha havido alteração nas intenções de voto.
Fonte: Conecta Piauí