Zélia Duncan apresentou o show “Agudo grave” na noite de 25 de setembro de 2026, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, em uma performance que revisitou sucessos da carreira com novos arranjos e direção musical de Maria Beraldo.
O espetáculo estreou em São Paulo no início de setembro e chegou à capital fluminense com repertório de 24 músicas. A apresentação combinou faixas do álbum lançado em 2026, como “Meu plano”, “E aí, IA?” e “Olhos de cimento”, com canções conhecidas do público, entre elas “Catedral”, “Enquanto durmo” e “Nos lençóis desse reggae”.
Com banda formada por músicos multi-instrumentistas, o show explorou sonoridades experimentais sem abandonar a comunicação com o público que acompanha Zélia desde a projeção nacional da cantora, nos anos 1990. A direção do espetáculo é assinada por Zélia Duncan em parceria com Simone Mina, responsável também pelo cenário.
Maria Beraldo participou da apresentação como instrumentista e cantora, incluindo o uso do clarone em “Catedral”. Lenine também entrou em cena para cantar “Maravilha disforme” e “Meu xamego”, antes de retornar no bis para dividir com Zélia e Beraldo a interpretação de “Nos lençóis desse reggae”.
O roteiro ainda reuniu obras de Itamar Assumpção, Joni Mitchell e Maurício Pereira, além de “Sonho impossível”, em medley com “Que tal o impossível?”. A proposta do show é atualizar músicas de diferentes fases da trajetória de Zélia Duncan por meio da textura criada nos arranjos de Maria Beraldo.
Fonte: g1