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sábado, 26 de setembro de 2026

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TikTok fecha acordo de até US$ 300 milhões com Alabama e limita uso por adolescentes

TikTok fecha acordo de até US$ 300 milhões com o Alabama e terá de limitar o uso da plataforma por adolescentes no estado.

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O TikTok e a ByteDance chegaram a um acordo com o estado do Alabama, nos Estados Unidos, na sexta-feira (25), para encerrar um processo que acusava a plataforma de ser viciante e de enganar consumidores sobre a segurança para crianças e adolescentes.

Pelos termos do acordo, o Alabama receberá pelo menos US$ 100 milhões em até 45 dias. O valor poderá chegar a US$ 300 milhões caso determinadas condições sejam cumpridas, segundo o gabinete do procurador-geral do estado.

O TikTok também terá de adotar novas medidas para usuários adolescentes no Alabama, incluindo limite diário de duas horas, pausas durante o uso contínuo e mecanismos mais rigorosos de verificação de idade. O acordo ainda prevê restrições de acesso durante a madrugada, controles parentais ampliados e mudanças na recomendação de conteúdo.

O processo foi apresentado em abril de 2025 pelo procurador-geral Steve Marshall. A ação sustentava que o fluxo contínuo de vídeos e o algoritmo da plataforma poderiam direcionar jovens para conteúdos cada vez mais intensos sobre violência, automutilação e outros temas prejudiciais.

O estado também acusou a empresa de fazer declarações enganosas sobre a proteção contra conteúdos sexuais e violentos e sobre o acesso do governo chinês a dados de usuários americanos. Essas alegações não representam uma condenação judicial: o acordo foi firmado antes do julgamento, que estava previsto para começar em 28 de setembro, em Montgomery.

O TikTok afirma que a segurança de adolescentes é uma de suas prioridades e já havia argumentado que a legislação federal americana limita a responsabilidade das plataformas por conteúdos publicados por usuários. O acordo é o primeiro firmado pela empresa com um estado americano em uma série de processos semelhantes; pelo menos outros 27 estados e Washington, D.C., também moveram ações relacionadas aos efeitos das redes sociais sobre menores.

Fonte: g1

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