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sábado, 26 de setembro de 2026

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SAÚDE

Saiba como registrar a intenção de doar órgãos no Brasil

AEDO e CIN permitem registrar a intenção de doar órgãos, mas a família ainda precisa autorizar a doação após a morte.

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Brasileiros que desejam doar órgãos após a morte podem registrar essa intenção por meio da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO) ou incluí-la na versão digital da Carteira de Identidade Nacional (CIN).

A AEDO é emitida gratuitamente pelo site oficial do sistema e-Notariado. O cidadão preenche o formulário, confirma os dados em uma videoconferência com um cartório e assina digitalmente a declaração, que fica armazenada em uma base eletrônica para consulta por profissionais autorizados. ([aedo.org.br](https://www.aedo.org.br/?utm_source=openai))

Na CIN, a disposição para doar órgãos pode ser incluída na versão digital do documento, conforme orientação do órgão de identificação civil responsável pela emissão. A informação pode ser consultada em situações relacionadas ao processo de doação. ([gov.br](https://www.gov.br/governodigital/pt-br/identidade/identificacao-do-cidadao-e-carteira-de-identidade-nacional?utm_source=openai))

O registro da vontade ajuda a informar as equipes de saúde e os familiares, mas a autorização da família continua sendo necessária para que a doação seja realizada. Por isso, especialistas e órgãos públicos recomendam que a decisão seja comunicada aos parentes ainda em vida. ([atos.cnj.jus.br](https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/5508?utm_source=openai))

Quando há confirmação de morte encefálica, uma equipe especializada conversa com os familiares sobre a possibilidade de doação. Segundo a Agência Brasil, a taxa média de recusa familiar no país permanece em torno de 45%, e o desconhecimento da vontade do paciente é apontado como um dos fatores que dificultam a autorização. ([agenciabrasil.ebc.com.br](https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/taxa-media-de-recusa-de-doacao-de-orgaos-pelos-familiares-e-45?utm_source=openai))

No Ceará, a campanha Doe de Coração 2026 promove ações de conscientização sobre doação de órgãos e tecidos durante setembro. A iniciativa da Fundação Edson Queiroz chega à 24ª edição e é coordenada pelo médico e professor Lourrany Borges, da Universidade de Fortaleza. ([al.ce.gov.br](https://www.al.ce.gov.br/noticias/53908-campanha-doe-de-coracao-e-destaque-no-questao-de-ordem-desta-sexta?utm_source=openai))

O Ministério da Saúde mantém relatórios públicos com dados sobre doações, transplantes e listas de espera do Sistema Nacional de Transplantes. O sistema público financia cerca de 95% dos transplantes realizados no país. ([gov.br](https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/snt/relatorios?utm_source=openai))

Fonte: g1

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