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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

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SAÚDE

Esposa de Lito Sousa nega melhora após tratamento experimental

Mila Seidl negou rumores de melhora no estado de saúde de Lito Sousa após o início de tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob.

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Mila Seidl, esposa do influenciador Lito Sousa, afirmou na sexta-feira (25) que o marido não apresentou melhora após iniciar um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob. Em um vídeo publicado nas redes sociais, ela negou rumores de que Lito teria recuperado movimentos de uma das mãos e disse que o quadro continua complicado. ([band.com.br](https://www.band.com.br/entretenimento/esposa-de-lito-sousa-desmente-boatos-de-melhora-parem-de-inventar))

Segundo Mila, a família tem sido afetada pela circulação de informações sem confirmação. Ela afirmou que seria a primeira pessoa a divulgar uma notícia positiva caso houvesse evolução no estado de saúde do marido.

Lito recebeu a substância experimental ALN-6457, desenvolvida pela farmacêutica Regeneron. O composto ainda não foi formalmente testado em seres humanos para a doença, e sua segurança e eficácia não estão estabelecidas, segundo informações publicadas anteriormente pela Folha de S.Paulo. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/09/lito-sousa-recebeu-substancia-experimental-e-segue-na-uti-diz-esposa-em-video-assista.shtml))

A importação e o uso excepcional do produto foram autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de acordo com a reportagem. A família e a equipe médica acompanham a evolução do caso, mas o resultado individual não permite, por si só, concluir se a substância é eficaz contra a doença. ([www1.folha.uol.com.br](https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/09/lito-sousa-recebeu-substancia-experimental-e-segue-na-uti-diz-esposa-em-video-assista.shtml))

A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma enfermidade priônica rara, neurodegenerativa e progressiva. O Ministério da Saúde informa que não há tratamento efetivo capaz de alterar sua evolução fatal e que aproximadamente 90% dos pacientes evoluem para óbito em um ano. ([gov.br](https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/dcj))

Fonte: g1

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