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sábado, 26 de setembro de 2026

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CULTURA

Disco inédito de Paulo André Barata chega ao público após quase 40 anos

Disco inédito de Paulo André Barata, gravado em 1987, chega ao público após quase 40 anos e integra homenagens ao compositor paraense.

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O disco inédito “Na Correnteza”, de Paulo André Barata, chegou ao público após quase quatro décadas guardado em uma fita cassete. O álbum foi lançado em plataformas digitais em 14 de agosto e ganhou edição em CD no dia seguinte, em Belém. ([diariodopara.com.br](https://diariodopara.com.br/entretenimento/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-sabado-15-em-belem/))

Gravado em 1987, o trabalho foi produzido por Tito Barata, irmão do compositor, mas não chegou a ser prensado na época. A fita master acabou extraviada, e uma cópia preservada pelo jornalista Edgar Proença permitiu a recuperação do material. ([diariodopara.com.br](https://diariodopara.com.br/entretenimento/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-sabado-15-em-belem/))

As 10 faixas reúnem composições de Paulo André com parceiros como Ruy Barata, João de Jesus Paes Loureiro, Alfredo Oliveira e Edyr Proença. O repertório inclui uma versão de “Porto Caribe”, canção também conhecida pelo verso “Eu sou de um país que se chama Pará”.

O áudio passou por limpeza, digitalização e remasterização, em um processo realizado entre Belém e o Rio de Janeiro. O lançamento foi feito pelo selo Na Music e está disponível em formato digital e CD. ([diariodopara.com.br](https://diariodopara.com.br/entretenimento/obra-inedita-de-paulo-andre-barata-e-lancada-neste-sabado-15-em-belem/))

A recuperação do disco integrou as homenagens a Paulo André, que morreu em 25 de setembro de 2023, aos 77 anos. Na sexta-feira, 25 de setembro de 2026, data em que ele completaria 80 anos, 20 intérpretes se revezaram em um espetáculo no Teatro Margarida Schivasappa, em Belém. ([oliberal.com](https://www.oliberal.com/cultura/cancoes-amazonicas-de-paulo-andre-barata-ressoam-no-schivasappa-em-belem-1.1172772))

Nascido em Belém, Paulo André Barata construiu uma obra ligada à identidade amazônica. Suas composições, como “Esse Rio é Minha Rua”, “Pauapixuna” e “Foi Assim”, foram interpretadas por Fafá de Belém e outros artistas.

Em julho de 2025, a Lei Estadual nº 11.098 declarou a obra de Paulo André Barata patrimônio cultural e artístico de natureza imaterial do Pará. ([ioepa.com.br](https://ioepa.com.br/pages/2025/07/21/2025.07.21.DOE_4.pdf))

Fonte: g1 Pará

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